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Mas não no Haiti.

Eu não sabia,  mas parece que o servidor do Verbeat está tendo problemas.  Enquanto isto o Sergio Leo abriu um puxadinho.

Se souberem de outros Verbeaters que também estão na rua da amargura e abriram loja no banco da praça, informem aqui.

Dados para doações:

Nome: Embaixada da República do Haiti

Banco: Banco do Brasil

Agência: 1606-3

CC: 91000-7

CNPJ: 04170237/0001-71

***

UPDATE:

Dada a mancada do cônsul haitiano em São Paulo, e o caráter predatório das elites locais, creio que é bom ter uma alternativa para as doações.  Infelizmente parece que no momento o site da Cruz Vermelha brasileira crashou, então coloco o link para o site em espanhol da CV internacional.

Cenas fortes abaixo do folder. Continue lendo »

Nunca mais você vai poder dar aquela desculpinha de que se perdeu por aí.

Cortesia Bad Astronomy (abaixo do folder)

[versão xkcd aqui]

Continue lendo »

Quem nunca enviou na vida um e-mail do qual se arrependeu depois?  A Wired dá uma lista de dicas para você não voltar a incorrer neste erro:

  1. Leia alto o seu e-mail
  2. Não use insultos
  3. Evite enviar acidentalmente seu e-mail
  4. Conte até 10
  5. É mesmo apropriado dizer este tipo de coisa por e-mail?

Eu já enviei e-mails acidentalmente para listas de discussão.  Felizmente não era nada comprometedor.  🙂   Eis porque “contar até 10” é a melhor medida preventiva, eu acho.

Não, não vou falar sobre o grande evento paulista.

É o seguinte, já há algumas semanas eu e minha consorte temos reparado no elevado número de animais silvestres avistados nas estradas de Brasília, vivos ou atropelados.  Há umas duas semanas vi um lobo guará andando por uma campina no final da Asa Norte, e hoje, quase atropelei um tamanduá no Lago Sul.

Alguma coisa está havendo; desconfio que estão avançando sobre reservas florestais em alguma parte do DF.  O novo PDOT (Plano Diretor de Ordenamento Territorial), recém sancionado pelo governador do Distrito Federal, alterou o padrão de ocupação do território, transformando 28 zonas rurais em urbanas.  Pode já ser um efeito disto.

Se mais alguém aí também mora no DF e está notando algo do gênero, por favor se manifeste.

Hoje recebi o seguinte spam, de um endereço de e-mail putativamente pertencente à Microsoft (communications_msn_cs_ptbr@microsoft.discoverbing.com):

Com o Bing™, você não precisa parar o que estiver fazendo para abrir outra janela de navegador. Suas pesquisas ficaram ainda melhor. Você pode pesquisar do MSN®, Windows® Internet Explorer® 8, Messenger, Windows Live™ Hotmail® ou de muitos dos seus lugares online favoritos. É uma nova forma de pesquisar que permite que você encontre o que estiver procurando diretamente de onde você estiver.”

Aham.

Suas pesquisas ficaram ainda melhor“.

Uma forma quase certeira de detectar spam é averiguar a correção gramatical das mensagens.  Em geral, mesmo as melhores e mais elaboradas quase sempre exibem um ou dois exemplos de mau português.  O que, infelizmente, certamente não é o suficiente para alertar a esmagadora maioria dos brasileiros.

Disse “quase” porque sempre é possível que a Microsoft esteja lançando mão dos expats em sua folha de pagamento para preparar suas mensagens, é claro.   🙂

O comentarista Vinícius Duarte veio lá do blog do Idelber com um pedido: se dava para fazer uma comparação entre as fraudes do bolsa-família e os programas de Welfare norte-americanos.  Eis minha resposta, dada nos comentários mas que transformo em post para maior visibilidade:

Ô pedidozinho difícil, sô. Porque, sabem, área social não é exatamente minha especialidade _ então tive que fazer uma pesquisinha.

O problema é que o sistema de welfare dos EUA é uma zona e, para piorar, após a reforma de 96 vários programas foram descentralizados. No entanto, existe uma lei, o Improper Payments Act de 2002, que exige que as agências informem estimativas de pagamentos impróprios anualmente. Pagamentos impróprios não se resumem a fraudes _ podem ocorrer por erro da agência, por exemplo.

Achei um estudo do OMB (Office of Management and Budget, uma espécie de Ministério do Planejamento dos EUA) que relaciona a percentagem de pagamentos impróprios para os principais programas americanos. 

Como não é minha área, não saberia dizer qual programa americano mais se aproximaria do bolsa-família. Acredito que seja o TANF – Temporary Assistance for Needy Families – mas curiosamente ele não aparece na tabela do OMB; parece que a primeira estimativa prevista para o programa deve dizer respeito ao ano fiscal de 2008, portanto, deve aparecer ainda em 2009.

De qualquer forma, acho que o prato de resistência está nesse parágrafo:

During FY 2006, the Federal Government made significant progress in meeting the President’s goal to eliminate improper payments. The FY 2006 improper payment rate, which consists of programs previously reported in FY 2004 and FY 2005 as well as programs newly reported in FY 2006, was reduced from 3.2% (in FY 2005) to 2.9%. This rate reflects a net $2 billion increase in improper payments since FY 2005 ($38.5 billion to $40.5 billion).

Ainda assim, bem mais que os 0,78% reportados para o bolsa família.”

nuke_prevedred

Aporcalipse

Ok, nada de pânico. Pelo menos por enquanto.  Agora, sem exagerar, é claro.

Afinal, em tempos de gripe, aviária, suína ou porcina, o importante é saber COMO TOSSIR:  

As boas notícias não param…

(PhysOrg.com) — Trust Digital has proven that an attacker with the right knowledge and toolkits can remotely hijack a phone by sending an SMS message to it. The attack would be most effective if it took place in the middle of the night while you are asleep.

The attack, on your phone, would start by receiving a  that would automatically start up the  and direct it to malicious Web site. The site would then download an executable file to the phone and steal all your personal data.

Via Physorg.

quake_epicenters_1963-98

(clique para ampliar)

Via Silicon Alley Insider, eis a lista dos 10 sites mais bloqueados por um conhecido software de controle parental, o OpenDNS:

1. MySpace.com
2. Facebook.com
3. YouTube.com
4. Playboy.com
5. Ebay.com
6. Meebo.com
7. Friendster.com
8. Orkut.com 
9. AdultFriendFinder.com
10. Espn.com

Felizmente, o Hermenauta não aparece…ainda.

A informação passada pelo Luiz segundo a qual o Kraftwerk virá ao Brasil em 2009 está parcialmente confirmada. Espantosamente, o KW abrirá os dois shows (sic) do Radiohead no Brasil, conforme nos informa o site oficial desta última banda. Os shows serão no Rio (Praça da Apoteose, dia 20 de março) e em São Paulo (Chácara do Jockey, dia 22 de março).  Infelizmente, o site da Ingresso.com, que é quem vende os ingressos para os shows no Brasil,  diz que “as bandas” acompanhantes ainda estão sujeitas a confirmação.  

Já o site do Kraftwerk, suspeitosamente, não fala nada a respeito de shows no Brasil em 2009 (embora já existam dois shows marcados para abril, em Wolfsburg, o que sugere que se houvesse algo certo sobre o Brasil já veríamos esta informação no site).

A 200 paus a entrada, eu, que prefiro o Kraft a qualquer Radiohead da vida, prefiro esperar pra ver.  Afinal sempre se pode comprar o ingresso na mão do cambista…

O Makunaima grita está com uma campanha pela imediata demarcação da Reserva Raposa do Sol:

“O coletivo Makunaima Grita lança em seu site http://www.makunaimagrita.com/ campanha de apoio à manutenção da demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol.

Entre e assine a petição que será encaminhada aos ministros do Supremo Tribunal Federal, órgão responsável pelo julgamento do caso da Raposa, previsto para o mês de agosto.

Sua adesão é muito importante, pois o que está em jogo não é somente a demarcação de uma terra indígena, mas a garantia dos direitos territoriais de todos os povos indígenas no Brasil e, além disso, o respeito à Constituição e à democracia pluralista de nosso país.

Se você não está por dentro do caso, acesse o site e encontre, além da petição: resumo do caso, artigos, documentos, notícias e vídeos.

Lute pelo Brasil que você acredita!

contato@makunaimagrita.com”

Cautela, caldo de galinha e 3G

Diante do fato de que já há uma enorme fila de espera pelo iPhone 3G da Claro, é de interesse público ler esta matéria do NYT sobre os custos e benefícios do aparelho. Descontado o fato de que se trata afinal de contas do contexto norte-americano, onde o 3G ainda não está tão disseminado e a cobertura ainda será bem menor que a nossa pelo menos por algum tempo (é preciso lembrar que no leilão do 3G a Anatel embutiu certas obrigações de cobertura), e a probabilidade de que aqui haja uma certa concorrência neste bundle específico (parece que TIM e Vivo também vão lançar o produto, enquanto nos EUA a AT&T tem um contrato de exclusividade até 2012), alguns detalhes devem se repetir _ como por exemplo, este:

But the iPhone 3G is not really, as Apple’s Web site puts it, “half the price.” The basic AT&T plan — unlimited Internet and 450 minutes of calling — now costs $70 a month instead of $60 (plus taxes and fees), and comes with no text messages instead of 200. (Adding text messaging costs at least $5 a month more.)

True, iPhone 3G service now matches the plans for AT&T’s other 3G phones; still, by the end of your two-year contract, the iPhone 3G will have cost you more than the old iPhone, not less.

Lembrem-se sempre: as operadores em geral miram no seu bolso através dos planos, não do preço dos aparelhos, principalmente nas faixas de renda mais altas. Se você não for um usuário absolutamente data-cêntrico, é recomendável pensar duas vezes e fazer bem as contas antes de se jogar nas “ofertas”.

Tremei. Eles existem e estão entre nós.

Está rolando a semana da inclusão digital, e o Comitê para Democratização da Informática produziu o um texto para divulgação intitulado “Os dez mandamentos do usuário “verde” de tecnologia”. Como isso “rings a bell” com a história do mar de plástico, lá vai:

1) Pesquise
É importante descobrir se o fabricante tem preocupações com o ambiente e se recolherá as peças usadas para reciclagem, depois que o aparelho perder sua utilidade. Esta lista do Greenpeace classifica as companhias, de acordo com iniciativas ligadas ao ambiente.

2) Prolongue
Você não precisa trocar de celular todos os anos ou comprar um computador com essa mesma freqüência. Quanto mais eletrônicos adquirir, maior será a quantidade de lixo eletrônico. Por isso, cuide bem de seus produtos e aprenda a evitar os constantes apelos de troca.

3) Doe
Caso seja realmente necessário comprar um novo eletrônico quando o seu ainda estiver funcionando, doe para alguém que vá usá-lo. Dessa forma, ainda é possível prolongar a vida útil do aparelho e a pessoa que recebê-lo não precisará comprar um novo.

4) Recicle
Os grandes fabricantes de eletrônicos oferecem programas de reciclagem. Antes de jogar aquele monitor estragado no lixo, entre em contato com a empresa (via internet ou central de atendimento telefônico) e pergunte onde as peças são coletadas. Muitas assistências também coletam esse material.

5) Substitua
Procure sempre fazer mais com menos. Produtos que agregam várias funções, como uma multifuncional, consomem menos energia do que cada aparelho usado separadamente. Também vale minimizar o uso de recursos ligados ao ambiente: para que imprimir, se dá para ler na tela?

6) Informe-se
O usuário de tecnologia deve ser adepto ao consumo responsável, sabendo as conseqüências que seus bens causam ao ambiente. Por isso, é importante estar atento ao assunto – somente assim será possível eliminar hábitos ruins e tomar atitudes que minimizem o impacto do lixo eletrônico.

7) Opte pelo original
As empresas que falsificam produtos não seguem políticas de preservação do ambiente ou se responsabilizam pelas peças comercializadas, depois que sua vida útil chega ao fim. Por isso, é sempre importante comprar eletrônicos originais.

8 ) Pague
Os produtos dos fabricantes que oferecem programas de preservação ambiental podem ser mais caros — isso porque parte dos gastos com essas iniciativas pode ser repassada para o consumidor. A diferença de preço não chega a níveis absurdos e por isso, vale a pena optar pela alternativa “verde”.

9) Economize energia
Na hora de comprar um eletrônico, opte pelo produto que consome menos energia. Além disso, o consumidor consciente deve usar fontes de energia limpa (como a solar) sempre que possível.

10) Mobilize
É importante passar informações sobre lixo eletrônico para frente, pois muitos usuários de tecnologia não se dão conta do tamanho do problema. Divulgue, mas evite aqueles discursos inflados e catastróficos dos “ecochatos”, que não são nada populares.”

julho 2017
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