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O Guardian tem uma matéria fotográfica sobre as diferenças entre as iguarias dos anúncios e sua realização concreta:

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“Wendy’s chicken club sandwich. Now that just looks nasty. It’s just the cheese that’s doing it, but … the cheese … the evil, evil melty plastic cheese with the light glinting off it. Ew.”

***

Irk!

***

UPDATE:

Desconhecia, embora o leitor Jacson diga que é “básico”…o blog “Coma com os Olhos“, que já faz há muito tempo isso aí que a reportagem do Guardian fez.  Enjoy!

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O Pinto, do Zeno, disse que queria ter um blog como o meu quando crescer.

Eu acho que é bobagem e que o blog deles nada fica a dever ao meu.

Mas também acho que tanto eu quanto ele, quando morrermos, devíamos querer reencarnar como o NPTO.

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Um site português interessante, com matérias bastante diferentes.

E sim, eles também têm microcontos.

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Abre o olho, Sarko!

Sergio Leo, em excelente post(*), me faz ver Carla Bruni, primeira dama em França, sob um novo ponto de vista.

(*) mas não me perguntem o assunto.   🙂

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Às recém-nascidas víuvas de Simonal, recomendo vivamente este post do Samurai.

ps: já vou avisando que se quiserem brigar vão lá brigar com ele, porque eu não entendo xongas de música.  Pra mim Afrika Bambaataa é Deus e Samurai é seu Profeta.

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E nasce o Pandorama, que é um portal agregador coletivo de blogs de pessoas.  

Trata-se de um jogo de palavras entre Pindorama e Pandas.  Porque não havia pandas em pindorama, sacou? Mas havia redes, muitas redes, onde os nativos dormiam gostosamente.  Em comunidade.   E sem pandas, é claro.  Hã…bem, não, não é nada disso.

Bom, vão lá pra ver.  🙂

E já que estou recebendo uma grande quantidade de page-views vindo das catacumbas do anaerobismo pátrio, gostaria de sugerir aos senhores visitantes que de lá provêm que clicassem neste link para um post do Sergio Leo e se rasgassem.

No meio de uma discussão sobre os efeitos da recessão na lealdade do consumidor às marcas, Yves Smith do Naked Capitalism me sai com essa:

Yves here. Moisturizers are one of the many ripoffs foisted on the fairer sex to keep them broke and dependent on male support. Any dermatologist will tell you (unless they are pushing their own product line, of course) that all it does is seal water into your skin, not add “moisture”. The trick is putting something that will keep the water in after you wash your face. I was told that one derm at a national conference recommended Crisco (clearly to express her dim view of marketing hype).Back to the story:”

Delicioso, não?

Yves Smith é uma donna, tem 25 anos de carreira no mercado financeiro e há 6 anos bloga no “Naked Capitalism”, referência indispensável para entender a crise.  Recomendo.

Excelente post do Sergio Leo. Cool, muito cool. O Sergio Leo é muito cool, embora eu desconfie que o Oliveira seja seu alter ego. 🙂

***

Agora, cá entre nós, também achei estranho pacas que os organizadores tenham optado por eliminar qualquer referência às “conquistas do socialismo”. Tudo bem que o PCC hoje faça o mea culpa da revolução cultural, mas achei deveras esquisito não ter um pinguinho de realismo socialista na parte artística da cerimônia.

Poster sobre o programa espacial chinês, 1999

O Makunaima grita está com uma campanha pela imediata demarcação da Reserva Raposa do Sol:

“O coletivo Makunaima Grita lança em seu site http://www.makunaimagrita.com/ campanha de apoio à manutenção da demarcação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol.

Entre e assine a petição que será encaminhada aos ministros do Supremo Tribunal Federal, órgão responsável pelo julgamento do caso da Raposa, previsto para o mês de agosto.

Sua adesão é muito importante, pois o que está em jogo não é somente a demarcação de uma terra indígena, mas a garantia dos direitos territoriais de todos os povos indígenas no Brasil e, além disso, o respeito à Constituição e à democracia pluralista de nosso país.

Se você não está por dentro do caso, acesse o site e encontre, além da petição: resumo do caso, artigos, documentos, notícias e vídeos.

Lute pelo Brasil que você acredita!

contato@makunaimagrita.com”

E já que estamos mesmo na seção Jabá, não perdam os dois posts do Rafael Galvão sobre amor livre.

Disso o cabra entende, não há dúvida. 🙂

A latinidade em festa

E não percam a cobertura completa, flexível e sem furos que Sergio Leo vem fazendo do complicado processo de negociação, no Mercosul, do REGULAMENTO TÉCNICO MERCOSUL PARA PRESERVATIVOS MASCULINOS DE LÁTEX DE BORRACHA NATURAL.

O homem está fazendo barba, cabelo e bigode, em matéria de reportagem, e o que é mais importante, ao que eu saiba ele não chupou a matéria de ninguém. 🙂

No Naprática, o blog que eu gostaria de escrever:

A propósito, da próxima vez que vocês ouvirem esses argumentos de sociólogo sobre como os padrões éticos mais frouxos dos pobres fizeram eles votar no Lula, lembrem-se desse número: o salário dos mais pobres cresceu 22%, o dos mais ricos apenas 4,9%.  Saquem suas navalhas de Occam e ponham o sociólogo pra correr.

Outra boa aqui.

Dayvan Cowboy em boa fase, aproveitem:

It is the poor carpenter who blames his tools. I should focus more on the writing and less on blog templates. In my defense, the last two layouts were plain weird and scared people away — and in a way, meant hiding behind my tools, the list-of-posts format hiding my writing.

***

Por sinal, este post está ótimo.

um fã ao avesso

Apud Rafael Galvão, que os tem em grande quantidade, seja pelo avesso ou não.

Para quem gosta de futebol, principalmente o europeu, o Samurai no Outono promete ser um prato cheio.

Talvez o moço só precise de um banho de loja no template…

Não sei se ele estudou em colégio religioso e carrega algum trauma por isso, mas o Sergio Leo tem um post bacana hoje sobre padres e pintos.

Lucia Malla convoca para várias blogagens coletivas, incluindo uma da grife “Faça a Sua Parte” no dia 22 de março, aproveitando o  ensejo do Dia Mundial da Água.  Eu acho que água é um veneno, mas devo participar.  Ainda que da tradicional forma rebelde.

E já que você vai estar lá pelo blog da lindinha, não perca este fantástico post sobre o Arquipélago de São Pedro e São Paulo.

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André Kenji foi citado no blog do Tio Rei pelo Nelson Ascher!  Parabéns!  🙂

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O Arranhaponte Matamoros comunica, em post, algumas mudanças no Apostos, como a nova página inicial e novas aquisições.

Entre elas desponta a entrada de Filthy McNasty na embarcação aposta _ nem tanto porque eu esteja a afirmar que ele representa uma aquisição de maior qualidade do que as outras, já que não fiz essa comparação, embora o ache ótimo _ quanto pelo fato dele ter saído daquele portal que não ousa dizer seu nome.

Fica a curiosidade de saber se já está rolando a “lei do passe” entre portais de blogs, e se já tá rolando “bicho” no Apostos… 🙂

(hat tip: Dayvan Cowboy, aka uberspazzen, aka Eigenmacx)

(e pra quem curte essas coisas, recomendo: Braindance)

Da conclusao (parte inicial)

What will the future hold for our reputation? I have explored in this book the ways our reputations are shaped by the exposure of personal information. We love to talk about each other, and the information we circulate has profound consequences for how people are judged. In many instances, revealing another’s personal information can be beneficial to society. It enables communities to enforce norms. It educates us about the lives of others. It allows us to better assess others’ reputations. But it also can be problematic. Gossip can unfairly stain a person’s reputation; it often exists as a bundle of half-truths and incomplete tales. False rumors can wreak havoc on reputations. And shaming can spin out of control. We cling to only a limited degree of control over our reputation, but this control can make a world of difference. By concealing information about our private lives and our violations of social taboos, and by preventing damaging falsehoods about us from circulating, we can make ourselves less vulnerable to misunderstanding, misjudgment, or unfair condemnation.

The problems escalate when anybody can spread information far and wide over the Internet. Whispering voices and babbling tongues become permanent records readily found in an online search. Increasingly, people are gossiping and shaming others online, as well as exposing their own tawdry secrets. And increasingly, people are googling one another, including employers who are using the information they find online for hiring decisions.

We are witnessing a clash between privacy and free speech, a conflict between two important values that are essential for our autonomy, selfdevelopment, freedom, and democracy. We must do something to address the problem, but if we err too much in one direction or the other, the situation could become much worse. In this book, I have attempted to provide a framework or how we can rework the law to make it a useful instrument in balancing privacy and free speech. I have suggested delicate compromises that involve making some modest sacrifices on both sides.

Da’ pra baixar de graca ici.

(hat tip: Crooked Timber)

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Por sinal, esses rapazes são muito pudicos.

Acho esta pintura muito mais evocativa e apropriada para um cara que se chama, afinal, Balthasar Klossowski de Rola.

***

UPDATE:

OK, eles estão se regenerando.   🙂

Arranhaponte e Matamoros que fiquem de barbas de molho, porque Tio Rei falou deles hoje:

Se não minto para colaborar com Serra, também não vou atacá-lo, se acho imerecido, para provar minha independência. Porque, nesse caso, eu seria escravo do que acham de mim. Alguém me imagina tentando parecer uma pessoa isenta para Paulo Henrique Amorim, por exemplo? Ele não me patrulha. Como não me patrulham os que se entrincheiram em suas colunas, que imaginam torres de marfim, para, de lá, onde supõem ser “o alto”, julgar os blogs e o meu blog. A essa gente um conselho: mentir em nome de uma suposta isenção não é mais bonito do que mentir porque se tem uma preferência.” (grifo meu)

(…) parece ser uma regra universal o fato de que quanto mais você sofistica o seu gosto, mais cordial você se torna por fora, e mais intolerante por dentro.

Evelyn, no Valquirianas.

O Idelber fez um post sobre a questão da pesquisa sobre as bases neurológicas e/ou genéticas da violência.  A discussão está boa lá.

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O sexo anal do Biajoni agora é pequenininho 

Biajones avisa que seu opus magnum “Sexo Anal” agora está disponível em versão pocket, menorzinha _ mas reza a lenda que o que importa em um livro não é o tamanho, e sim o prazer que ele te dá.

Então, prezado leitor, compre o livro e, se tiver um blog, anuncie ele também.  Afinal, esta será uma rara oportunidade de escrever as palavras “sexo” e “anal” em seu blog (pelo menos se você for um sério analista de atualidades como eu), dois termos que fazem muito sucesso nos motores de busca…

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