Ainda quanto à polêmica do Decreto sobre Direitos Humanos:

Não entendo essa grita no último ano de governo, onde, certamente, nada do disposto pelo Decreto terá tempo de se transformar em legislação (nem mesmo a maioria das propostas hoje já no Congresso vai ter tempo pra isso).

Um Decreto, aliás, é coisa que depende apenas da vontade e da pena do Presidente da República.  Se o próximo governante não gostar de nada disso, basta que ele em janeiro mude o Decreto, ou simplesmente o revogue.

Algo que está totalmente dentro das possibilidades, em menos de um ano.  Basta que a oposição mostre competência para vencer a eleição em outubro.

A menos que a grita de agora já seja, é claro, parte da estratégia para tentar vencer em outubro.  O que ela é, eu creio.

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