Pois é, tão soltando o pau em cima do NPTO por causa desse post.

Eu não vou sentar o pau nele, porque a) ele tem o blog que eu quero ter quando crescer, b) jamais duvidei dos poderes de convencimento de uma mulher, principalmente se ela está abraçada com você em um aconchegante sofá e o único competidor próximo é o jornal da Globo  e c) também não vou com a cara de Gilmar Mendes.

Sem contar que a forma de agir da tal Bruna foi digna de um ungulado ruminante do sexo feminino.  Na “trajetória natural” de Bruna Bianchi, sua aventura com David Goldman foi certamente um ponto fora da curva, que não resistiu às realidades do “um amor e uma cabana”.  Goldman não é um cara rico.  Bruna é filha de uma família com posses _ sua mãe é dona do restaurante Quadriffoglio, no Rio.  Certamente, conhecer um cara bonitão em um lugar romântico como Milão (David era modelo, então) fez com que Bruna pensasse mais com o coração do que com a cabeça (ou o bolso).

Além disso, imaginar que o garoto terá um futuro mais sorridente no fundo da caipora norte-americana do que no seio de uma riquíssima e tradicional família carioca é brincadeira.

Pois é, azares da vida.   Pode ser que um dia o Sean, fritando hambúrguer lá no McDonald´s de Tinton Falls, fique pensando com seus botões, “Pô, me dei mal“.

Não obstante, quanto mais leio sobre o caso, mais o direito do pai me parece líquido e certo, e olhe que eu não sou advogado. Toda a história me parece fruto apenas da capacidade de uma poderosa família, firmemente incrustada na teia de relacionamentos do Judiciário brasileiro, frenar as engrenagens da Justiça em benefício próprio.  E nessa, lamentavelmente, os Lins e Silva apareceram como mamíferos ungulados com chifres delicados e cauda em formato de pompom.