Tio Rei sempre é capaz de nos surpreender, mesmo com o ano já acabando.  “Criando” em cima de um poema de Drummond (Meu Deus, por que me abandonaste/se sabias que eu não era Deus/se sabias que eu era fraco), ele encesta o trocadilho do ano:

“E, no entanto, Ele nos deu. Ele nos Deus.”

É o gênio da raça.

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