Tio Rei se manifesta sobre “Lula, o Filho do Brasil”:

Fábio Barretão que me desculpe, mas uma obra de arte pressupõe um mínimo de ambigüidade, o que não há em Lula, O Filho do Brasil. Admiradores e críticos do presidente avaliam que se trata de pura hagiografia cinematográfica. Até o oscarizado Gandhi, de Richard Attenborough, nos leva, muitas vezes, a dúvidas sem resposta sobre as escolhas do líder indiano. Isso era com aquele Gandhi lá. Com Lula, é diferente.

Ao final do post, ele acrescenta:

PS: Ainda não vi o filme, reitero, e esqueci de indagar os meus amigos a respeito.

É a defesa do relativismo tipo “não vi e não gostei”.