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Polanski e Sharon Tate em “A Dança dos Vampiros”, de 1967

Polanski tinha 44 anos em 1977, quando levou uma menina de 13 anos para uma sessão de fotos.  Colocou-a em uma jacuzzi, embebedou-a, deu-lhe drogas, e a estuprou.  Segundo o relato da vítima, teve o “cuidado” de não ejacular em sua vagina, e sim em seu ânus, para evitar futuros problemas incontornáveis para a moça.

Polanski fez um acordo com a Justiça e declarou-se culpado, na esperança de evitar a prisão.  Ao desconfiar que a corte não honraria o acordo,  fugiu dos EUA antes do julgamento.

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Kieran Healy, do Crooked Timber, coloca muito bem o seguinte: e se Polanski fosse um padre, teríamos menos pena dele?

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Polanski nunca mais envolveu-se em nenhum ato criminal.  O crime ocorreu em 1977, oito anos após a grande tragédia na vida do diretor _ o assassinato de sua esposa, grávida de 8 meses, por uma gangue de loucos religiosos.

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Samantha Geimer, a menor estuprada, perdoou o agressor, e tentou retirar a acusação contra ele.  Polanski pagou a ela 225.000 dólares para extinguir a ação civil.