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Alcance do Rafale a partir das bases da FAB, sem abastecimento

Lá vem ele de novo:

Apontei aqui a impropriedade no primeiro dia: como pode o presidente Lula anunciar a compra dos aviões Rafale, da França, se a Aeronáutica nem apresentou ainda o seu relatório final? Ou bem eles têm uma utilidade, ou bem aqueles documentos não servem para nada. Chegamos à conclusão de que não serviam. Horas depois do anúncio – e dada a estranheza geral -, veio a conversa mole de que nada estava decidido. Os EUA divulgaram um documento em que afirmam que também estão dispostos a fazer a tal transferência de tecnologia – e seus caças são bem mais baratos. Ouvido, Marco Aurélio Top Top Garcia sugeriu que os americanos não falam muito a sério. Pouco importam suas impressões, certo? Garcia, para não variar, deve estar equivocado, confundindo, como de hábito, seus preconceitos com a realidade.” [grifo meu]

Pois é.  Tio Rei é tão bem informado, mas esquece algumas coisinhas _ inclusive que o barato pode sair caro.  Tenho a impressão de que desta feita não é bem Garcia quem está confundindo preconceitos com realidade.  Como de hábito.

Aliás, dá pra notar como Tio Rei dá importância a processos tão importantes quanto, er, “a tal” transferência de tecnologia.  Coisa que talvez ele imagine que dê pra comprar na feira.

E no finzinho, Tio Rei ainda tenta emplacar uma nonchalance:

Confesso que não estava dando a menor bola para o assunto. Mas, agora, tudo ficou bem mais interessante.”

Pô, sujeito.  É teu décimo-primeiro post sobre a história.  Imagine se estivesse dando importância, hein?