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Marolinha…

Deu no Estadão (matéria de Fernando Dantas):

Um ano depois, Brasil sai da crise mundial maior do que entrou

Às vésperas do mês em que se completa um ano da crise global, o otimismo com o País tornou-se consenso

RIO – O Brasil saiu da turbulência global maior do que entrou. Às vésperas do mês em que se completa um ano da crise iniciada com a concordata do Lehman Brothers, em 15 de setembro, o otimismo com o País tornou-se consensual. “O fato de que o Brasil passou tão bem pela crise tinha mesmo de instilar confiança”, diz Kenneth Rogoff, da Universidade Harvard, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI). Para Jim O’Neill, do Goldman Sachs, e criador da expressão Bric (o grupo de grandes países emergentes, Brasil, Rússia, Índia e China), “o Brasil passou por essa crise extremamente bem, e pode crescer a um ritmo de 5% nos próximos anos”.”

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Diante disso, Tio Rei sai-se com esta:

Felizmente, já em Primeira Leitura, lá no longínquo 2001 — e quem me lê desde aquela data sabe disto —, afirmava que Lula jamais deixaria de ser mais ou menos conservador em economia; que não daria trela para o seu partido nessa área. E faria quantas “caridades” pudesse no que chama a sua “política social”. Assim, jamais esperei que seu governo fosse um desastre econômico. Apostava, desde sempre, e acertei em cheio, na barafunda ética, no rebaixamento institucional, no aparelhamento do estado, numa relação autoritária com a imprensa… Bem, o arquivo do blog está à mão, não é? Mas desastre? Jamais!

Mas pera aí…não foi Tio Rei quem cunhou a frase “marolinha apedeuta” para chancelar uma série de posts de entonação catastrofista sobre os efeitos da crise sobre o país?

Sei.