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guinness-is-good-for-you

Uma hilária invenção sobre as cervejas de Obama com os briguentos:

I’ll tell you what I would have done if I were President Obama. First of all, I wouldn’t give anybody a choice. I’d throw political symbolism out the door. Then, I’d import a keg of Guinness Stout directly from Dublin, because the kegs from Ireland are simply superior to anything out of a bottle or can. Then I’d import a Dublin publican to serve the Guinness because drawing a proper pint is an art that requires vast experience.

Then, I’d sit ’em down at a bar (because I’d bring in the actual pub – this is the White House, it can do anything). “Gates, you, over there. Crowley, you, here. Sit. Publican, draw us some pints!’’

And as that smooth, deep, dark stout begins to pour forth, and the publican perhaps tells a few stories in his rich Irish brogue, a feeling of calm brotherhood settles over the room. You cannot fight over the first Guinness. Add in 10 more pints and a rugby match and you’ve got a riot. But a pint of Guinness in a Dublin bar at the White House? Skip? Jim? I think this is the beginning of a beautiful friendship.

In the end, the two of them will be doing ads for Guinness.

No final, o autor pergunta que cervejas seus leitores serviriam na Casa Branca se fossem o Obama.

Felizmente, aqui no Brasil nós não temos que nos submeter as ansiedades proporcionadas pelo Paradoxo da Escolha:  ou é Ambev ou é Schin.

***

Agora, até que dá pra imaginar o Lula fazendo a mesma coisa, digamos, com o Sargento Silveira, um meganha da PM nascido em Santa Catarina, e o Professor Nastácio, lente de cultura afro-brasileira  da UERJ.  O diabo ia ser se alguém pedisse “uma loura”.

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Folha, 09/01/97

Deputados pedem cargos para votar reeleição

A barganha de votos pela reeleição em troca de cargos já está sendo encaminhada formalmente ao Palácio do Planalto. Seis deputados do Mato Grosso exigiram nesta quinta-feira (9) oito cargos no Estado para aprovar a emenda da reeleição. “Ou nos atendem ou não votamos a reeleição. Se quiserem, podem dizer que é fisiologismo. Isso é um jogo político. E, dentro desse jogo, queremos a nossa parte”, disse o deputado Welinton Fagundes (PL-MT).”

(…)

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), defendeu que o seu partido tenha mais cargos no governo. “O PMDB precisa aumentar seu espaço no governo”, disse Sarney. O partido quer mais um ministério e o próprio ex-presidente poderá indicar um dos seus afilhados políticos para ocupar o cargo. Segundo Sarney, o partido “quer participar mais das decisões para aumentar sua contribuição”. Sarney, que sempre foi contra a reeleição, vem defendendo que a Convenção Nacional do PMDB aprove “posição aberta” para os deputados e senadores que vão definir o futuro da reeleição.

Folha, 08/01/1997

Pressão faz governo defender reeleição para todos

OAB comandará mobilização contra emenda

A ameaça da família Sarney de boicotar a emenda da reeleição se governadores e prefeitos também não forem beneficiados obrigou o presidente Fernando Henrique Cardoso e os partidos aliados a trabalhar pela chance de um segundo mandato não apenas para presidente. “Se não for garantida a reeleição para todos, vamos votar contra no segundo turno”, afirmou o deputado Sarney Filho (PFL-MA), interessado na possibilidade de reeleição da irmã Roseana Sarney, governadora do Maranhão. “Reeleição só para presidente caracteriza um casuísmo inaceitável”, investiu Sarney Filho até arrancar o compromisso do partido em buscar os 308 votos necessários para que os atuais governadores e prefeitos também possam disputar a eleição de 1998.”

Isto é, 04/09/1995

Presidente em campanha

FHC articula a reeleição, faz uma atrapalhada operação para tirar Itamar do páreo e deixa ministros na berlinda

Contagiado pelo clima eleitoral que predomina em todo o País, o presidente Fernando Henrique resolveu entrar de cabeça na campanha para permanecer no Palácio do Planalto até o ano 2002. Na última semana, FHC jogou pesado. Promoveu encontros no Palácio da Alvorada com seus principais aliados e escolheu seu ex-padrinho político, Itamar Franco, como a primeira pedra a ser afastada do seu caminho rumo à reeleição. Na quarta-feira 28, o Planalto divulgou uma pesquisa feita pela MCI/Ibope sob encomenda do governo e paga com dinheiro público da Petrobrás mostrando que Fernando Henrique ganharia a disputa presidencial com 41% dos votos, disparando na frente de Maluf e Sarney, que teriam 11%, e do próprio Itamar, com 5%. Empolgado pelo clima dos palanques, Fernando Henrique fez um discurso de comício durante um jantar articulado pelo deputado Newton Cardoso na mesma quarta-feira. “Aqui estão as pessoas que têm articulação e mostram os votos e não aqueles que articulam pelos jornais”, exaltou-se o presidente diante de uma platéia de duas dezenas de parlamentares, quase todos do PMDB.

Seguindo à risca seu estilo temperamental, Itamar vestiu rapidamente a carapuça. Na manhã seguinte, durante conversa com FHC e Marco Maciel no Palácio do Planalto, ele deixou claro que estava lá como adversário. “Fernando, você sabe que sempre fui e continuo sendo contra a reeleição”, disparou Itamar. “E você sabe que eu sempre fui a favor”, retrucou FHC. Mais tarde, ao sair do almoço na casa do presidente do PMDB, deputado Paes de Andrade (CE), oferecido para ele e para o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), com o objetivo único de atrapalhar a reeleição de FHC, Itamar mandou um recado mais duro para o presidente. “Esta pesquisa foi feita pelo Palácio do Planalto e divulgada no momento oportuno para eles, que foi a véspera do meu encontro com os presidentes Paes e Sarney. Pesquisas levantam números e os números não mentem. Mas os mentirosos fabricam os números”, disparou Itamar. O encontro entre os três, bolado para oficializar uma frente política contra a reeleição, quase morreu na praia. Numa postura oscilante, Sarney resistiu o quanto pôde em assinar uma nota conjunta contra a reeleição. Motivo: há várias semanas, Fernando Henrique vem paparicando Sarney. Em conversas reservadas com o ex-presidente, FHC acenou com a possibilidade de Sarney ganhar um Ministério ou indicar um afilhado para integrar o governo. O presidente do Senado descarta apenas a primeira hipótese: “O único patrão que aceito é o povo brasileiro. Quem já foi presidente, não pode ser ministro.” [grifo meu]

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Em prol dos portadores de deficiência folicular

Tio Rei em sua melhor forma:

Por que não, então, um gay para suceder Lula? Branco ou preto? Esperem! Vamos fazer logo um “combo” de minorias. A candidata poderia ser mulher, negra e lésbica. E acho que a gente deve acumular experiências, incorporando qualidades de minorias passadas. Poderia ser mulher, negra, lésbica, meio analfabeta e eventualmente sem dedo. O “eneadactalismo” passaria a ser uma exigência para chegar ao topo.”

Pára com isso, Tio Rei.  A gente sabe que você quer mesmo é um careca-lá.  Um lídimo representante da sua própria minoria…

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Obama, Biden, Crowley e Gates tomando umas na Casa Branca

Não sei se alguém aí ainda se lembra de George W. Bush.  Bem, o marketing republicano o vendia como “aquele cara que você pode tomar uma cerveja com ele”, ou seja, o sujeito normal, o vizinho da casa ao lado, uma idéia que vendia bem com os rednecks.

Já esse Obama…olha, dizem que ele é o Lula americano, mas eu acho que ele é mesmo é um carioca.    🙂

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