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How the Beatles Destroyed Rock ’n’ Roll is a history of American popular music stripped of the familiar clichés of jazz and rock history. Tracing the evolution of popular music through developing tastes, trends and technologies, rather than applying modern standards and genre categories, it gives a fuller, more balanced look at the broad variety of styles that captured listeners over the course of the twentieth century.

Wald goes back to original sources—recordings, period articles, memoirs and interviews—in an attempt to understand how music was heard and experienced over the years. He pays particular attention to the world of working musicians and ordinary listeners rather than to stars and specialists, looking at the evolution of jazz as dance music and of rock ‘n’ roll in terms of the teenage girls who made up the bulk of its early audience. There are plenty of famous names—Duke Ellington, Benny Goodman, Frank Sinatra, Elvis Presley, the Beatles—but they are placed alongside figures like Paul Whiteman, Guy Lombardo, Mitch Miller, Jo Stafford, Ricky Nelson and the Shirelles, who in some cases were far more popular and more accurately represent the mainstream of their times.

As the title suggests, this is not a hesitant or stolidly academic history, but neither is it heedlessly provocative. Wald’s intention was to explore the past with an open mind, asking some new questions and answering them as honestly and accurately as possible, and to make sense of times and people who often seem very foreign, though they are our own parents and grandparents. He has also tried to make that journey amusing and interesting, whatever we may think of ballroom orchestras, bobby-soxers, pop balladeers or British invaders.”

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Let the fight begin.

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UPDATE:  Deu no Estadão:

Direitos de Jackson sobre obra dos Beatles estão em risco

LOS ANGELES – Os Beatles estão à venda? O premiado catálogo do quarteto de Liverpool –especificamente 267 canções escritas em sua maioria por John Lennon e Paul McCartney– está entrando em uma longa e sinuosa estrada de incertezas sobre quem detém seus direitos após a morte de Michael Jackson na quinta-feira.

O cantor pop e a Sony Music operavam uma lucrativa joint venture que é dona ou administra os direitos de cerca de 750.000 composições de astros como Bob Dylan, Neil Diamond, Taylor Swift e os Jonas Brothers.

Analistas da indústria estimam que a Sony/ATV Music Publishing vale pelo menos 1 bilhão de dólares, o que faz de Jackson um artista ainda mais visionário. Seu investimento inicial custou 47,5 milhões de dólares em 1985.

Os direitos de divulgação são considerados uma licença para imprimir dinheiro. Menos empolgante que o mundo da pirataria musical, trata-se de coletar royalties de produtos diferentes, como downloads, exibições no rádio e videogames.

Mas agora há um mistério sobre quem se beneficiará da propriedade da fatia de Jackson. Segundo uma ação movida em 2002 por um credor, ele pediu empréstimos bancários que totalizavam 270 milhões de dólares dois anos antes usando como garantia sua participação na Sony/ATV e os direitos sobre suas próprias composições.”

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Já imaginaram se tudo isso terminar com a Lisa Presley?  É sinal do fim dos tempos.