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(clique para ampliar)

No New Scientist, um mapa mostrando as (poucas) áreas consideradas ainda inacessíveis do planeta, definidas como aquelas as quais alguém levaria dois dias para chegar (por terra ou água) a partir de alguma cidade com pelo menos 50.000 habitantes.  Segundo o estudo, apenas 10% da superfície do planeta ainda podem ser descritas como “inacessíveis” segundo essa definição.

Nada muito surpreendente: Amazônia, Sahara, deserto australiano, Groenlândia e norte do Canadá, planalto tibetano, Sibéria, e algumas regiões de Bornéu e da Indonésia.

Segundo a matéria, quem ganha é o planalto tibetano:

It’s official, the world’s most remote place is on the Tibetan plateau (34.7°N, 85.7°E).

From here, says Andy Nelson, a former researcher at the European Commission, it is a three-week trip to the cities of Lhasa or Korla – one day by car and the remaining 20 on foot.

Rough terrain and an altitude of 5200 metres also lend it a perfect air of “Do Not Disturb”.”

Embora eu tenha minhas dúvidas sobre se alguém no meio da Groenlândia ou da floresta amazônica concordaria.

(*) I want to be alone!

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