collor

Com aquilo roxo

Vamos deixar claro: quando eu disse que Collor “será lembrado pelos livros de História  como de muito maior importância do que aquela que lhe damos hoje“, não estou deflagrando uma campanha “Collor, volta”.  Estou apenas dizendo que o passar dos anos torna evidentes certas cadeias de causalidade que não temos como enxergar no momento em que elas estão sendo geradas.  Ou, como disse em um comentário:

Não tenho a menor saudade de Collor e me parece que a maioria dos que escreveram aqui também não. Dizer que os livros de História o verão sob uma luz diferente da que a sociedade o vê agora não significa que estou a ponto de deflagrar um movimento de sebastianismo político. Apenas estou acentuando o fato de que enquanto Collor estiver por aí, vivo e atuante, não haverá clima para uma avaliação histórica sobre seu governo. Collor ainda é matéria para o jornalismo, a doença infantil da História.