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Cachaça e cinema, tudo a ver

Nos EUA, a venda de cervejas cai, quebrando o mito de que cerveja é um negócio à prova de recessão:

Sales of alcohol for off-premises consumption were down by 9.3 percent from the previous quarter, according to the Commerce Department. This is absolutely unprecedented: the largest previous drop had been just 3.7 percent, between the third and fourth quarters of 1991.

Beer accounts for almost all of the decrease, with revenues off by almost 14 percent. Wine and spirits were much more stable, with sales volumes declining by 1.6 percent and 0.9 percent respectively.”

A matéria continua:

What’s doing well? The movies. The movies, also historically a recession-proof industry but not a counter-cyclical one, are doing terrifically well. Motion picture theaters increased their revenues by 10.9 percent in the fourth quarter, according to the Commerce Department. But the movies are not typically seen as extravagant. You don’t feel guilty after purchasing a movie ticket; you feel kind of wholesome.”

Já no Brasil

De um lado do balcão, o número de “loiras geladas” diminuiu. Desde o fim de 2008, o reajuste médio de 6% no preço da bebida deixou o consumo menos encorpado. A venda de cerveja encolheu 1,8% em janeiro, o equivalente a 14,1 milhões de litros. Ao mesmo tempo, o consumo de cachaça não dá sinais de ressaca: uma das marcas mais tradicionais do país, a Velho Barreiro, da IRB Tatuzinho 3 Fazendas, vendeu 10% mais no primeiro mês de 2009, sobre igual período do ano anterior.
(…)
A diferença na curva de vendas de cerveja e cachaça em janeiro permite considerar uma migração no consumo de uma bebida para outra. “Para o consumidor classe C, que é o maior público tanto da cerveja quanto da cachaça, vale mais a pena tomar uma dose de pinga que gastar nove vezes mais (com a cerveja)”, diz o consultor
.”

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