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Dia de ficar em casa vendo o trabalho das formigas.

E não é que tem um “hermenauta” no MySpace?  Só que é uma banda chilena:

HERMENAUTA toma su nombre de una idea particular de Jaime Daire inspirada en un clásico del cómic argentino (El Eternauta) y el concepto de “hermenéutica” asociado al arte/ciencia de interpretar. La idea se concibe como un personaje que “se desplaza a través de las formas de interpretación”, el cuál sería llevado al papel de manera escrita o gráfica, pero que fue sin embargo llevado a la música. La banda nace en abril del año 2002 cuando se reúnen por primera vez cuatro jóvenes estudiantes en una sala de ensayos del Barrio Brasil de Santiago, con la inquietud y el interés común de aprender a tocar juntos, recrear algunas canciones de gusto común y, en lo posible salir a tocar en pubs de la ciudad. El objetivo se logra en septiembre de aquél año, comenzando a presentarse en bares del Barrio Bellavista y Ñuñoa, tocando un repertorio de no más de 15 canciones que manifestaban claramente el estilo que guiaba a la banda: Pink Floyd, U2, Soda Stereo, Radiohead… incluyendo además algunas rarezas para la época como Porcupine Tree y A Perfect Circle. Una vez cerrada esta primera etapa de actuaciones en público y recibiendo acogidas motivantes, la banda comienza el año 2003 planteándose como única opción el desafío de crear música original y propia. Comienza así un largo e interrumpido proceso de ensayos, cambios de formación y evolución del proyecto, perfilándose como un trío de rock y experimentación rock – ambient, llevado principalmente por Matías Phillips en batería y Jaime Daire en guitarras y voz, sucediéndose varios bajistas y períodos de inactividad, principalmente entre los años 2004 y 2006, período en que Daire es convocado para formar y hacerse cargo de las guitarras y coros en la banda tributo a U2 Vertigo, la cual no tardó en posicionarse con creciente éxito entre los fanáticos de la banda original. HERMENAUTA siguió en paralelo y consolidando sus primeros hitos en vivo recién en el 2007, año en que se presenta en un par de locales mostrando repertorio propio, incorporando a Patricia Rojas en voces (alternando con Daire), levantando bastante interés entre los asistentes y generando así algo de material de registro para difusión. Este año nuevamente la banda sufriría un nuevo quiebre en su formación, casi definitivo, rompiéndose la alianza entre sus integrantes fundadores quedando todo el trabajo en ciernes. Al poco tiempo, HERMENAUTA se perfilaría de manera definitiva como el trabajo de Jaime Daire (compositor, guitarras y voz), quien recluta a nuevos músicos para continuar con el proyecto, logrando rescatar las canciones más queridas y creando material nuevo, renovando así la proyección con la que esta banda surgiera ya hace años. El material que se muestra en este espacio, corresponde a distintas etapas del proyecto; lo último grabado por la banda durante agosto de 2008 (Anima), un demo del año 2004 (Un Lugar En La Memoria), y un par de demos de Daire grabados entre el 2003 (Cristaline) y el 2007 (Cristaline – Ab Intra), éste último realizado en colaboración con Alvaro Troncoso en Bajo y Secuencias.”

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Eles dizem que criaram a banda em 2002, mas o MySpace deles é de abril de 2008.  Portanto ainda peço o direito de precedência, pois suspeito que querem apenas usurpar o brand “Hermenauta”, a esta altura, aliás, internacionalmente reconhecido.

Ademais, eles se reuniram pela primeira vez no Bairro Brasil em Santiago.  Quer mais??   🙂

relish31

(clique para ampliar)

Deu no Estadão:

Grife italiana mostra modelos sendo agredidas por PMs cariocas
Secretário Turismo repudiou a propaganda e informou que enviará um pedido de retirada da propaganda

RIO – Uma campanha publicitária da Relish, uma rede de roupas femininas da Itália, revoltou as autoridades municipais e estaduais do Rio. Espalhadas em outdoors pelas cidades de Milão, Bolonha e Nápoles, as imagens mostram modelos aparentemente estrangeiras sendo abordadas e revistadas de forma abusiva e agressiva por policiais militares fardados. Em uma das fotos, na Praia de Ipanema, um PM com a farda do 22º Batalhão de Polícia Militar (BPM) do complexo da Maré (zona norte) coloca a mão por baixo da saia da modelo.

Em nota, o secretário Turismo e presidente da Riotur, Antonio Pedro Figueira de Mello, repudiou a propaganda e informou que enviará à embaixada italiana um pedido de retirada imediata da propaganda das ruas. “Esse tipo de publicidade desrespeita não só a corporacão da Polícia Militar como compromete a imagem do Rio de Janeiro e a dos próprios cariocas. É lamentável que fatos desrespeitosos e preconceituosos como esses ainda ocorram em pleno século XXI”, afirma o secretário na nota. Apesar da semelhança, a PM informou que a farda não é oficial, mas garantiu que investigará o caso.

As fotos também ilustram o site da Relish. Apesar de na vida real o patrulhamento da orla de Ipanema ficar a cargo do 23º BPM do Leblon, na propaganda da loja PMs do 22º BPM abordam e prendem as duas italianas após o carro em que elas viajam enguiçar na orla. Em uma das fotos, um PM imobiliza a mulher no chão enquanto ao fundo outro policial segura a outra pelo pescoço.

“A campanha é de mau gosto sob vários aspectos. É machista e reforça a associação perversa entre sexo e violência. Mas não é nem a primeira nem a última campanha publicitária a se valer desses elementos.”, afirmou a socióloga da Fundação Getúlio Varas, Bianca Freire-Medeiros, autora do livro “O Rio de Janeiro que Hollywood inventou”. No entanto, ela ressalta que a imagem do Rio que circula no mercado turístico global combina elementos sintetizados na propaganda italiana.

“Somos um paraíso tropical, mas também somos o lugar do risco e da violência. Gostemos ou não, precisamos admitir nosso quinhão de responsabilidade na produção e circulação dessa imagem de um Rio corrupto e violento”.

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Se quiserem checar, o site é este aqui.  Lá também tem um filminho com o “making off“. Até onde vi, não há no site nenhum comentário sobre a campanha publicitária em si, mas no site Trends Updates achei a seguinte frase, que não sei se é do autor da notícia ou se provém da própria empresa:

The posters are meant to convey a sense of irresistibility for others if the user wore clothes launched by Relish.

Já vi justificativas melhores.

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Acho que é natural (ainda que estúpido) que algumas empresas italianas se sintam tentadas a explorar o sentimento antibrasileiro que deve estar aflorando na Itália devido ao caso Battisti.   De toda forma, acho que os brasileiros que estão morando na Itália devem começar a se cuidar, já que a crise, por si só, já começou a gerar efeitos xenófobos na Europa.

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Quem quiser protestar, fique à vontade:  customer@relish.it

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