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E o Paulo preocupado com o Natal

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“Torna-tes responsável por aquilo que cativas”.  No Estadão:

Além de amargar a vantagem do candidato democrata Barack Obama nas pesquisas, a campanha republicana está às voltas com uma briga interna envolvendo assessores do candidato John McCain e a vice na chapa, Sarah Palin. Um dos principais assessores de McCain disse à CNN que Sarah está se tornando “um pária dentro da campanha”, ignorando a estratégia traçada pela equipe do candidato. 

“Ela é uma diva, não aceita conselhos de ninguém”, desabafou o assessor, que não quis se identificar. “Ela não tem nenhuma relação de confiança com a direção da campanha, nem com sua família ou qualquer outra pessoa”, acrescentou. 

Outro integrante da campanha republicana reclamou que Sarah parece mais interessada em planejar seu próprio futuro político, aproveitando a projeção nacional que a candidatura a vice-presidente está lhe dando. Entre os planos estaria o de sair da disputa como a líder do Partido Republicano.

(…)

Os assessores de McCain reclamam também da insistência de Sarah de querer falar com jornalistas, apesar da determinação da chefia da campanha de evitar esses contatos a todo custo. 

O site Politico.com revelou sábado que Sarah está particularmente irritada com dois assessores de McCain, Nicolle Wallace e Steve Schmidt. Partiu deles a idéia de manter a candidata longe da imprensa. Logo após ser nomeada vice na chapa, Sarah deu duas entrevistas desastrosas a emissoras de TV. “Sua falta de conhecimento de assuntos importantes é dramática”, reconheceu um assessor de McCain à CNN.

***

Quer dizer que a campanha de McCain reconhece que “a falta de conhecimento de assuntos importantes” por Sarah “é dramática”?  Que reconfortante.  Quer dizer que ela quer ser a líder do Partido Republicano?  Com esse currículo ela é bem capaz de conseguir…

Na Scientific American, uma matéria sobre a esmagadora superioridade da audição humana sobre a maioria dos outros mamíferos:

The study revealed that groups of exquisitely sensitive neurons exist along the auditory nerve on its way from the ear to the auditory cortex. In these neurons natural sounds, such as the human voice, elicit a completely different and far more complex set of responses than do artificial noises such as pure tones. In this mixed environ ment humans can easily detect frequencies as fine as one twelfth of an octave-a half step in musical terminology.

The vexing question is: Why? Bats are the only mammal with a better ability to hear changes in pitch than humans do. Predatory species such as dogs are not nearly as sensitive-they can dis criminate resolutions of one third of an octave. Even our primate relatives do not come close: macaques can resolve only half an octave. These results suggest the fine discrimination of sound is not a necessity for survival.

Acho que faltou imaginação a quem escreveu a matéria, precisamente por esta frase final _ que a sofisticada capacidade de discriminação tonal humana não é “necessária para a sobrevivência”.   Esta capacidade provavelmente nasceu com o nascimento da linguagem _ e sendo seres sociais, evidentemente quanto mais informação a linguagem falada conseguir carregar, melhor.  Assim, a menos que eles demonstrem que esta capacidade nasceu muito antes do advento da linguagem, não vejo qual é o problema.

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