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Sei não, senhores, mas acabo de encontrar algumas evidências que parecem levar água para a minha fervura.

Um comentarista botou um link lá no já referido post do Marginal Revolution que me levou até este post do Waxy.org sobre o Whitburn Project,

…a huge undertaking to preserve and share high-quality recordings of every popular song since the 1890s. To assist their efforts, they’ve created a spreadsheet of 37,000 songs and 112 columns of raw data, including each song’s duration, beats-per-minute, songwriters, label, and week-by-week chart position. It’s 25 megs of OCD, and it’s awesome.

O gráfico aí em cima foi feito com base nesse banco de dados. Curiosamente, ele mostra que o tamanho das músicas (uma proxy imperfeita para o tamanho das letras, mas uma proxy) diminuiu, na verdade, dos anos 90 até agora. Eis o comprimento típico das músicas populares por década:

1950s, 2:30 (95 songs)
1960s, 2:30 (250 songs)
1970s, 3:30 (153 songs)
1980s, 3:59 (142 songs)
1990s, 4:00 (132 songs)
2000s, 3:50 (58 songs)

E o cara lá, o Andy Baio, tem uma opinião semelhante à minha:

I was surprised at how exact these numbers are. The capacity for 45 RPM records was about three minutes, setting the standard for pop singles well into the 1960s. By the late 1960s, those constraints were removed, and we start to see longer singles. But without artificial constraints, why did exactly four minutes become the de facto standard in the 1980s and 1990s? (Maybe Madonna knows.)

E os comentários têm um monte de outros palpites curiosos (não só sobre este assunto, é claro). Vale a pena ler.

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Mais uma vez, a vida imita a arte.

(hat tip: Rafael Figueira)

Do Marginal Revolution, via The Frontal Cortex, um dos Science Blogs:

Hit songs are getting wordier:

Average word count of top-ten songs during the 1960s: 176

Average last year: 436

O blogueiro do TFC, Jonah Lehrer, atribui a tendência ao advento do hip-hop e do rap.  A maioria dos comentadores do MR concordam, e um deles adiciona uma observação interessante (se for verdadeira):

On the other hand, I heard somewhere that contempo movies have about 1/3 fewer dialogue words in them than movies of the past did. More action accounts for some of this, of course. But it’s apparently also a function of the fact that contempo actors generally can’t read dialogue as fast as actors used to be able to.

***

Fico me perguntando se a tecnologia de reprodução da época não era o fator limitante para o tamanho das músicas.  Embora eu tenha tido LP´s (devo dizer que em parte da minha juventude eu não era muito ligado em música), não me lembro bem das características gerais; a Wikipedia me diz que cada lado de um LP rendia uns 20 minutos de música.  Ao que me lembro, na média haviam cerca de 6 músicas por cada lado, o que dava uma média de um pouco mais de 3 minutos por música.   O CD é um suporte bem mais espaçoso, o MP3 e outros formatos só são limitados pela memória do tocador, que tende a aumentar cada vez mais _ talvez por isso as músicas sejam cada vez maiores e palavrosas.

Mas eu sei que em breve alguns especialistas surgirão aí para dar seus pitacos.   🙂

That´s what good old America needs

Recession-Plagued Nation Demands New Bubble To Invest In

WASHINGTON-A panel of top business leaders testified before Congress about the worsening recession Monday, demanding the government provide Americans with a new irresponsible and largely illusory economic bubble in which to invest.

“What America needs right now is not more talk and long-term strategy, but a concrete way to create more imaginary wealth in the very immediate future,” said Thomas Jenkins, CFO of the Boston-area Jenkins Financial Group, a bubble-based investment firm. “We are in a crisis, and that crisis demands an unviable short-term solution.”

The current economic woes, brought on by the collapse of the so-called “housing bubble,” are considered the worst to hit investors since the equally untenable dot-com bubble burst in 2001. According to investment experts, now that the option of making millions of dollars in a short time with imaginary profits from bad real-estate deals has disappeared, the need for another spontaneous make-believe source of wealth has never been more urgent.

“Perhaps the new bubble could have something to do with watching movies on cell phones,” said investment banker Greg Carlisle of the New York firm Carlisle, Shaloe & Graves. “Or, say, medicine, or shipping. Or clouds. The manner of bubble isn’t important-just as long as it creates a hugely overvalued market based on nothing more than whimsical fantasy and saddled with the potential for a long-term accrual of debts that will never be paid back, thereby unleashing a ripple effect that will take nearly a decade to correct.”

“The U.S. economy cannot survive on sound investments alone,” Carlisle added.

Leia o resto aqui. 🙂

(hat tip: PMF)

Alguns anos atrás me envolvi em (mais) uma briga na blogoseira com um sujeito que fez um post sobre “nomes de pobres”.  O infeliz não sabia que principalmente no Nordeste muitos nomes de pobres, sabe-se lá porque, são vetustos nomes romanos, ou deles derivados, como por exemplo Cícero, Severino, etc.

Não é muita surpresa: o Levitt mostrou uma vez que em geral os nomes dos pobres de hoje foram os nomes dos ricos de antanho.

Pois é, e agora Angelina Jolie deu a luz a Knox Léon e Vivienne Marcheline Jolie-Pitt.  Algum comentário?   🙂

Deu no UOL:

Gisele Bündchen surfa na Costa Rica

Bom, eu só vi a Gisele.


Daniel Dantas, notório e popular vilão

Do Mídia Sem Máscara:

Está na hora de o Brasil deixar de endeusar a vida de bandidos e dar mais valor ao policial, este sim, nosso verdadeiro herói. No entanto, a preferência brasileira é por bandidos, não por gente honesta, a exemplo do que se pode observar em filmes como “O Cangaceiro”, “Lampião e Maria Bonita”, “Corisco, o diabo louro”, “O Bandido da Luz Vermelha”, “Lúcio Flávio, o passageiro da agonia”, “Pixote, a lei do mais fraco”, “Lamarca”, “Olga”, “Cidade de Deus”, “Baile Perfumado”, “O que é isto Companheiro?”, “Ação entre Amigos”, “Os Matadores”, “Barra 68”, “A Bomba do Riocentro”.

Eu só mudei o contexto. 🙂

***

Na verdade, o Mídia Sem Máscara fala no caso DD, sim. Para dizer isto:

A síntese, embora ainda não o epílogo, do que se passou na política brasileira nas últimas décadas foi dada pelo gesto desesperado de Daniel Dantas tentando corromper os policiais federais que lhe foram prender, ontem, segundo informação que foi dada em toda imprensa hoje, na tentativa de livra-se a si mesmo e aos seus da ordem de prisão. O banqueiro, com seu milhão, foi humilhado pelos meganhas. E qual é essa síntese? A de que o poder político – o poder de Estado – é muito superior ao poder do dinheiro. É isso que os revolucionários sempre souberam e que a nossa elite econômica se esqueceu. Daniel Dantas é o espelho da nossa plutocracia posta de joelhos pelo PT e seus aliados de esquerda.

Sério, daqui a pouco vou ali na Esplanada fazer uma manifestação pelos direitos humanos de Daniel Dantas.

Deu no UOL:

Reportagem da agência EFE mostra preservativos encontrados dentro de um livro de medicina do século 16 na biblioteca da Universidade de Salamanca, Espanha; eles foram descobertos durante a catalogação de uma parte dos fundos históricos da biblioteca.

O site da RTVE dá mais detalhes:

La Biblioteca General Histórica de la Universidad de Salamanca acoge en una de sus vitrinas un preservativo hallado en el interior de un libro de Medicina del siglo XVI.

Se trata de un condón elaborado con tripa de cerdo, que lleva en su extremo una cinta de color azul que servía para ajustarlo al miembro viril, según ha explicado hoy la directora de la Biblioteca, Margarita Becedas.

El anticonceptivo fue encontrado en el proceso de revisión y nueva catalogación de una parte de los fondos históricos de esta biblioteca, considerada como una de las mejores de Europa por la cantidad y la calidad de los textos que alberga.

En realidad, se encontraron dos preservativos “perfectamente envueltos”, añade Becedas, en una hoja de periódico de 1857 que a su vez estaba en el interior de un manual de Medicina de siglo XVI.

Las investigaciones posteriores han determinado que los condones son del siglo XIX, por lo que se presume que fueron introducidos en el libro por algún estudiante de la época que estaba consultando el manual médico.

***

Universidade só muda de endereço.

Para Porta e Vannucci, a criação do Conselho Superior da Magistratura (CSM) foi fundamental para reforçar a independência interna da magistratura italiana, tornando possível a operação mani pulite. Também foi importante a renovação da magistratura e a própria imagem positiva dos juízes diante da opinião pública, conquistada com duras perdas, principalmente na luta contra a máfia e o terrorismo: Um tipo diferente de juiz ingressou na magistratura (nas décadas de setenta e oitenta). Assim como a educação de massa abriu o caminho às universidades para as classes baixas, o ciclo de protesto do final da década de sessenta influenciou as atitudes políticas de uma geração. No sistema judicial, os assim chamados “pretori d’assalto” (“juízes de ataque”, i.e., juízes que tomam uma postura ativa, usando a lei para reduzir a injustiça social) tomam freqüentemente posturas antigovernamentais em matéria de trabalho e de Direito Ambiental. Ao mesmo tempo, especialmente na luta contra o terrorismo e a Máfia, a magistratura exercita um poder pró-ativo, em substituição a um poder político impotente. A coragem de muitos juízes, que ocasionalmente pagaram com suas vidas para a defesa da democracia italiana, era contrastado com as conspirações de uma classe política dividida e a magistratura ganhou uma espécie de legitimidade direta da opinião pública. No final dos anos oitenta e na década de noventa, havia ainda um enfraquecimento na atitude de cumplicidade de alguns juízes com as forças políticas e que havia retardado a ação judicial. Uma nova geração dos assim chamados “giudici ragazzini” (jovens juízes), sem qualquer senso de deferência em relação ao poder político (e, ao invés, consciente do nível de aliança entre os políticos e o crime organizado), iniciou uma série de investigações sobre a má-conduta administrativa e política.

_ CONSIDERAÇÕES SOBRE A OPERAÇÃO MANI PULITE, Sergio Fernando Moro

Caso alguém tenha algum interesse mórbido em saber, esses aí embaixo são os 10 textos mais lidos d´O Hermenauta:

Leila Lopes e o pornô
De Guaianases para o mundo
Nariz Gelado e a febre amarela
Sobre este blog
Reinaldo Azevedo, frenologista e lombrosiano
Teoria da Conspiracão
E ainda tem as louras
Frase do dia
Revolução na biologia
Quem tem Comando Militar na Amazônia tem medo

Para surpresa de alguns, só um post dentre os 10 mais é dedicado a Reinaldo Azevedo. E o post sobre Nariz Gelado ganha dele. Quem diria! 🙂

Ou, a revolta de Joe Sixpack

E via Folha de São Paulo, vem dos EUA a notícia de que o pessoal por lá não ficou nada satisfeito com a venda da grande cervejaria americana:

Ação popular contra venda agora ameaça com boicote

Ed Martin é contra a venda da cervejaria norte-americana Anheuser-Busch para a belgo-brasileira InBev. Quando acordou ontem e soube da concretização do negócio, disse à Folha que estava “surpreso com a rapidez”. Ele acha que a Budweiser, a marca mais popular da empresa, é um símbolo tão nacional quanto a águia careca.
Ed Martin quer sentar-se com o brasileiro Carlos Brito, CEO da InBev, para conversar.
O que aumenta as chances desse advogado de 38 anos, nascido em Nova Jersey e que mora há 15 em St. Louis, no Missouri, sede da Anheuser-Busch, é o que leva no bolso: petição de 100 mil assinaturas, recolhidas 70% on-line e 30% por correio, de outras pessoas que, como ele, pretendem boicotar a marca caso os termos da negociação não os satisfaçam.
Para satisfazê-los, o acordo não pode prever corte de vagas, fechamento de fábricas nem a transferência da sede histórica de St. Louis a outra cidade. O site do movimento, “Save Anheuser-Busch companies” (salve as companhias da A-B), tem um discurso que flerta com a xenofobia e abusa do patriotismo -a A-B daria a milhões de americanos o direito de “busca da felicidade”, defende texto de apresentação, citando frase da Declaração de Independência dos EUA.
Mas é a face mais evidente de uma “guerra das cervejas” que já arrastou para a disputa até o candidato democrata à Presidência, senador Barack Obama, em escala forçada na cidade na semana passada. “Eu acho que seria lamentável se a Bud fosse de propriedade estrangeira”, disse Obama. “E eu acho que nós deveríamos ser capazes de encontrar uma empresa americana que se interesse em comprar a Anheuser-Busch, se, de fato, a Anheuser-Busch sente a necessidade de ser vendida.”
Obama tinha alvo duplo. A crise econômica bateu a Guerra do Iraque como preocupação principal do eleitor. Além disso, a mulher do senador republicano John McCain, seu oponente, tem US$ 1 milhão em ações da A-B e é dona da terceira maior distribuidora da empresa nos EUA, que também já distribui as marcas da InBev. Cindy McCain não comentou o acordo que beneficiará tanto ela como o marido.
A economia americana em crise faz das compras de empresas americanas por estrangeiras algo cada vez mais freqüente nos últimos tempos por causa do dólar fraco e das ações em queda. O movimento é olhado com apreensão pelos locais, que temem o fechamento de vagas ou transferência de postos de trabalho a outros países. No caso da A-B, mesmo antes do acordo, a empresa havia apresentado proposta para eliminar mil vagas de trabalho.
Agora, os sindicatos temem que a InBev, conhecida por sua cultura de controle de custos, vá além desse número. Para Gerard Rijk, analista da ING Financial Markets, os cortes devem acontecer, sim, mas mais no nível corporativo e de marketing do que no chão das fábricas. “As companhias podem unir [esses tipos de operações] no Reino Unido, na China e nos EUA”, disse, à “Forbes”.

Para Maureen Ogle, autora de livro da história da cerveja nos EUA, a A-B “é a empresa mais influente da história das cervejarias americanas, e isso está prestes a acabar“.

***

Por outro lado, parece que por aqui a ficha caiu. Deu no Valor de hoje:

A AmBev, controlada pela InBev, não terá participação na operação. Essa informação fez com que as ações preferenciais da empresa brasileira subissem ontem 4,87% e as ordinárias, 2,86%. Os investidores temiam que as AmBev pudesse ser usada como um instrumento de captação de recursos. Segundo o presidente da InBev, Carlos Brito, haverá parceria para vender a marca Budweiser no Brasil por meio da AmBev. Ele disse que, por ser uma marca diferenciada, a Budweiser não deverá competir com as líderes brasileiras de mercado.

Ah, bom!

***

Por outro lado, a A-B é dona de metade do Grupo Modelo, do México.  Será que vamos ter Negra Modelo no Brasil?

_ Ô, Protógenes!

Protógenes levantou a cabeça por cima da parede do seu cubículo e avistou o seu chefe fumegando em sua direção. “Malditas segundas feiras”, pensou.

_ Porra, Protógenes!

Junto com o expletivo, aterrisou na mesa de Protógenes um enorme calhamaço, jogado pelo seu chefe de uma distância que em outro lugar valeria uma cesta de 3 pontos.

_ Qual o problema, chefe? _ murmurou um acuado Protógenes.

_ Tu ainda me pergunta qual é o problema?? Qual é a tua? Depois de quatro anos de investigação, milhares de horas homem de trabalho, cinquenta grampos autorizados pela Justiça…tu me aparece com isso?

O chefe pegou o calhamaço e o agitou na frente de seu rosto, de modo que Protógenes só conseguia ver o título do documento _ “Investigação acerca da eventual culpabilidade de Daniel Dantas: o Poder de Polícia, seus Limites e Possibilidades” _ encimado por um par de olhos vermelhos e coléricos.

_ Que porra é essa, Protógenes???

_ Bom, chefe, é o relatório final da operação Satiagraha e…

_ Porra, Protógenes! Isso não é um relatório de um inquérito, é uma tese de doutorado!

_ É, chefe, eu aproveitei e…

_ Aproveitou uma ova! Teu relatório tem dedicatória, Protógenes! DE-DI-CA-TÓ-RI-A! Quer que eu leia pra você?

Antes que Protógenes pudesse dizer que não, que ele conhecia a dedicatória muito bem, afinal havia sido ele quem a escreveu, o chefe começou a berrá-la a plenos pulmóes:

_ “Gostaria de dedicar este relatório a meus filhos, minha mulher, meu professor de lógica modal e a Daniel Dantas, sem cuja colaboração este relatório jamais poderia ter sido escrito”…

_ Mas, chefe, é verdade, veja bem que…

_ PORRA, Protógenes, eu sei que você é cuidadoso, todo mundo neste maldito prédio sabe, mas agradecer o suspeito já é demais, você não acha não?

_ Tecnicamente, chefe, o Daniel Dantas não é bem um suspeito, porque tecnicamente, dependendo do valor de verdade…

_ CALABOCA, Protógenes!

_ Mas chefe, o fato é que o Dantas é fruto do seu meio, uma típica personalidade criada por um mundo materialista que…

_ Protógenes, enfia essa sua filosofia no cu! Eu quero é saber se o juiz vai prender o Daniel Dantas ou não vai, cacete!

_ Chefe, o sistema jurídico, tal como plasmado em nossa sociedade…

_ PORRA, Protógenes! Eu quero saber o seguinte: você fez o Dantas tocar o piano ou não?

_ Chefe, o Sr. sabe muito bem que não dispomos destas amenidades aqui na delegacia e…

_ Não fode, Protógenes!

O chefe saiu zunindo, sabendo que daí a meia hora teria que se haver com um furioso Ministro da Justiça. Protógenes sentou no seu cúbiculo, coçou a cabeça um pouco, e retomou a leitura do seu exemplar de “After the Fact”, do Clifford Geertz.

***

A historinha acima é uma elucubração que me ocorreu após ler este post do Matamoros lá no Torre de Marfim, onde ele afirma, sobre o delegado Protógenes, encarregado da investigação sobre Daniel Dantas, que o fato dele”(…)acreditar que [ele e Dantas] protagonizam uma guerra entre o Bem e o Mal (…) não é o comportamento mais adequado para um delegado da Polícia Federal.

Bom, eu não tenho esta certeza. Eu acho até que certos papéis sociais exigem personalidades específicas. Um delegado de polícia, em minha opiniáo, tem que ser um apaixonado por descobrir a verdade. Já um juiz tem mesmo que ser mais ponderado e equilibrado.

Nos anos 90, diante das sucessivas crises de credibilidade dos aparatos policiais das grandes cidades, o Departamento de Justiça dos EUA organizou um grande seminário sobre a atividade policial. Dali saíram algumas idéias e conceitos, como o de “integridade”. A integridade seria um conjunto de “virtudes” que todo policial deveria ter, incluindo, entre elas, a “responsabilidade”, definida assim:

Aristotle suggests that a person who exhibits responsibility is one who intends to do the right thing, has a clear understanding of what the right thing is, and is fully cognizant of other alternatives that might be taken. More importantly, a person of integrity is one who does not attempt to evade responsibility by finding excuses for poor performance or bad judgment.

julho 2008
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