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Mas prejudica. Nariz Gelado, ontem:

Magoou

Na terça-feira, eu disse que a bronca – predominantemente da esquerda – com a visibilidade do Caso Isabella se dava porque a cobertura do mesmo estava roubando espaço de Lula na mídia.
Não deu outra.
Hoje, o próprio veio a público queixar-se de pirotecnia por parte da imprensa. A justificativa´foi a mesma reservada aos companheiros encrencados: aquele bom e velho, agora tão bem definido por Jabor, linchamento das evidências – nada foi provado, não podemos condenar antecipadamente, etc e tal .
Tanto quanto das outras vezes, a ladainha não me convenceu. Na verdade, ele está contrariado porque perdeu espaço na mídia.

***

É a arte de juntar o preconceito ao “wishful thinking“…

***

Nariz também está propondo uma campanha para celebrar os 20 anos da Constituição de 1988, adotando o criativo slogan “Censura Nunca Mais”.  Tipo assim:

Outro dia, afirmei que, ao contrário de 1968, que culminaria com o AI5, o ano a ser comemorado é 1988. Porque me parece óbvio que o retorno do país à democracia, mediante a promulgação de uma Carta Magna que nos devolveu os direitos individuais e acabou com a censura, é muito mais digno de nota.

Mas, talvez porque a Constituição de 1988 tenha, ao longo do tempo, apresentado inúmeros problemas; talvez porque tornou-se lugar-comum entre os economista falar da década de oitenta como “década perdida”, esta efeméride parece que vai passar em branco – suplantada, simbolicamente, nos meios intelectuais, pelo aniversário de 40 anos da passeata dos 100 mil.

Não neste blog.” (grifo meu)

Realmente, parece que ninguém pensou nisso antes.  Aliás, nem no slogan

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Faz tempo que nem sequer olho o caderno Mais! da Folha, mas hoje até que veio alguma coisa que preste: uma conversa entre Ian McEwan e Steven Pinker.

Transcrevo abaixo para os sem-Mais!

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A floresta é um ativo de baixíssimo valor econômico e, de outro lado, há uma atividade econômica que dá retorno e dá renda. Você não pode desconsiderar que a pecuária é uma atividade econômica rentável. A Amazônia tem uma vocação extraordinária para a pecuária.

Assuero Veronez, presidente da comissão de meio ambiente da principal entidade sindical ruralista, a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), na Folha de hoje.

Elio Gaspari na Folha de hoje:

NOVO AVISO
Em 2010, quando a urucubaca do mensalão reaparecer com roupa e nome novos, virá embrulhada nas bandeiras de algumas centrais sindicais. Na hora em que um conselheiro do BNDES é detido num arrastão da Polícia Federal no combate ao desenvolvimento do lenocínio e à prostituição de empréstimos, os orixás avisam: vai trovoar. O doutor Ricardo Tosto chegou ao conselho do banco seguindo uma norma inaugurada pelo tucanato, que distribuiu algumas de suas cadeiras às centrais sindicais. Tosto foi indicado a Nosso Guia pela Força Sindical.
Lula talvez não saiba, mas o conselho do velho e bom BNDES é o lugar de servidores públicos cujas carreiras confundem-se com a história da indústria brasileira. No passado, Cleantho de Paiva Leite, hoje, João Paulo dos Reis Velloso.

Revista Veja, edição de 1998:

“Briga pela massa

Como o Planalto penetra nos movimentos populares para superar a hegemonia do PT

Na semana passada, encerrando a primeira bateria de programas eleitorais na televisão, o presidente Fernando Henrique estava satisfeito. Na manhã de sexta-feira, num ato que reuniu 600 sindicalistas em Brasília, o presidente colheu a consagração pública de uma tática que, desde a posse, vem implementando com discrição e intensidade: penetrar nos movimentos de massa, sejam quais forem, para romper a hegemonia do PT e outros partidos de esquerda nessa área. Na manifestação, organizada por três centrais sindicais, o presidente prometeu combate sem tréguas ao desemprego, lembrou sua participação em greves, nos idos dos anos 50, e ganhou aplausos e gritos de “um, dois, três, Fernando Henrique outra vez”. As três centrais, que juntas representam 2.300 sindicatos, não dão o tom do movimento sindical nem têm o poder de fogo da maior central do país, a CUT, ligada ao PT e que, sozinha, reúne 2.700 entidades. Mas o encontro é um exemplo de que, em três anos e meio, o Palácio do Planalto se empenhou em influir numa área que, por tradição e afinidade, sempre foi reduto da esquerda. E levou quase a metade do bolo na tentativa.

“Nunca fomos tão bem tratados como neste governo. Com Fernando Henrique, é uma relação mais direta”, diz Paulo Pereira da Silva, do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e membro da Força Sindical, a central criada por Luiz Antônio de Medeiros, hoje candidato a deputado pelo PFL. A relação é tão direta que, nos telefonemas que trocam com alguma freqüência, o presidente saúda Paulinho, como é conhecido o sindicalista, assim: “Ei, peão!””

Lollemurs.

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