Resumo da coisa, pelo Engadget:
- It’s not light. It feels pretty weighty in your hand.
- The screen is stunning, and it’s 1024 x 768. Feels just like a huge iPhone in your hands.
- The speed of the CPU is something to be marveled at. It is blazingly fast from what we can tell. Webpages loaded up super fast, and scrolling was without a hiccup. Moving into and out of apps was a breeze. Everything flew.
- There’s no multitasking at all. It’s a real disappointment. All this power and very little you can do with it at once. No multitasking means no streaming Pandora when you’re working in Pages… you can figure it out. It’s a real setback for this device.
- The ebook implementation is about as close as you can get to reading without a stack of bound paper in your hand. The visual stuff really helps flesh out the experience. It may be just for show, but it counts here.
- No camera. None, nada. Zip. No video conferencing here folks. Hell, it doesn’t have an SMS app!
Vamos ver como reage a demanda. Ainda não dá pra saber se vai haver um problema de posicionamento de produto. Afinal, ninguém reclamou que o Kindle é incapaz de multitasking, de telefonar ou de tirar uma foto…se você olhar para o iPad como um concorrente de um e-reader, ele, apesar de mais caro, joga. Se você olhar para ele procurando um McBook, você vai se decepcionar.
Talvez algumas dessas ausências não sejam uma “falha”: podem ter sido deliberadas, para evitar a canibalização do iPod e dos notebooks.
Talvez o problema é que as pessoas esperassem mais “netbookness” do e-reader da Apple. Bom, aí eu acho que se a Apple ainda espera produzir TAMBÉM um netbook, aí talvez ela realmente tenha jogado mal.



18 comentários
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janeiro 27, 2010 às 7:43 pm
Japajato
Na verdade eu fiquei até surpreso com o resultado, dado o processo de criação:
http://www.theonion.com/content/news_briefs/frantic_steve_jobs_stays_up
janeiro 27, 2010 às 7:44 pm
hugo
e o macbook?
janeiro 27, 2010 às 9:44 pm
brandizzi
Eu nunca gostei muito de notebook, não sei por quê… mas esse tablet era o que eu sempre esperei. Se eu já fiquei babando pelo Nokia 770, que dirá esse. Mas eu sou uma pessoa estranha
queria ver as opiniões dos outros…
janeiro 28, 2010 às 12:15 am
Marola
Consumidor de produtos da Apple há quase uma década, ao longo desses anos todos me deixando levar pela lábia do SJ, aprendi uma lição, da forma mais doloro$a é claro, nunca compre a 1a versão de qualquer de seus produtos. Cedo ou tarde esse IPad vai incorporar todos esses itens que agora o pessoal está frustrado por êle não possuir, webcam, capacidade para realizar múltiplas tarefas, provavelmente daqui a 1 ano ou 2 a tal tela oled etc… além dos preços caírem paulatinamente. Portanto é bom refrear seus impulsos. One more thing, não consigo imaginar coisa mais passé do que Apple fanboy, talvez seja esnobismo de cascudo.
janeiro 28, 2010 às 10:44 am
ohermenauta
Certamente. Jamais me coçaria para comprar esse aí. Talvez daqui a uns 2 ou 3 anos.
Mas eu muito prezo os early users, são eles que ajudam a baixar o preço da creca…
janeiro 28, 2010 às 5:27 am
Marcos Nowosad
Sinceramente, hoje em dia os fãs dos produtos da Apple me assustam tanto quanto os membros da Igreja do Reverendo Moon…
Fica imaginando o dia em que o Steve Jobs pirar e comecar a sugerir que comer iPods faz bem a saude.
Capaz de rolar uma tragedia pior do que a do Jim Jones…
janeiro 28, 2010 às 8:00 am
aiaiai
velho cartum, ainda verdadeiro (via alex castro no twitter)
http://www.geekculture.com/joyoftech/joyimages/690.gif
kkkkkkkkkkkkkkk
janeiro 28, 2010 às 7:57 am
aiaiai
ridículo como pessoas inteligentes (isso é um elogio Hermê) se deixam levar por um mito decadente como steve jobs…pra começo de conversa, se é para ser apenas um reader, precisaria no mínimo ser mais leve que o kindle. Pensa!
janeiro 28, 2010 às 8:49 am
Radical Livre
Não é para ser apenas um reader. É um computador completo. Com limitações, como a da multitarefa.
O jogo é ao contrário. Se é para ter um aparelho para leitura de livros, porque não comprar um que também realize outras tarefas?
janeiro 28, 2010 às 9:10 am
Alexandre
O problema é este, não é apenas um e-reader, mas um netbook (meia boca, pois não é capaz de todas as funções deste) bonitinho, sem teclado e com tela sensível ao toque.
Sei não, tirando a tela sensível ao toque, um netbook custa cerca de US$240,00 e faz tudo que este aí faz e muito mais.
Pensando na relação custo-benefício, um netbook é muito melhor, mas neste caso, entra o “fenômeno da maçã”, que consegue vender produtos que ninguém queria antes, nem precisava deles, por preços absurdos.
Veja o caso dos computadores, há um tempo atrás, os Macs usavam um processador diferente (power pc) fabricado pela IBM/Motorola. Hoje usam o mesmo processador e placa do PC. Passou a ser um PC caro, você é capaz de montar um igualzinho por… talvez 1/3 do preço, sei lá. A única diferença é o sistema operacional. Se é só isto, o SO do Mac sai muito mais caro que o Windows, mas ninguém reclama.
O Steve Jobs é realmente um gênio.
janeiro 28, 2010 às 11:11 am
ohermenauta
Pra mim, não ter porta USB e não ser capaz de multitasking é meio mortal. Não é a toa que na enquete da Wired 60% dos leitores dizem que não compra o treco.
Acho que o iPad 2 vai ser sedutor, mas o Jobs podia ter feito um “job” melhor de prima…
janeiro 28, 2010 às 2:36 pm
fscosta
Acho que a principal questão mesmo é a multi-tarefa. Isso matou. Mas isso é software. Software é atualizável, substituível. Se a Apple ver nisso um calcanhar de aquiles, até a nova versão, direciona suas energias pra resolver isso, rapidamente.
A Sony tem feito isso com o sistema operacional do PS3 (que foi hackeado, finalmente).
Sobre o USB eu tô com ela. É passado, vcs é que não estão vendo. Eu simplesmente passei a odiar cabos.É a mesma coisa que aconteceu qdo ela lançou computadores sem drive de disquete. Um barulho danado, e depois todo mundo foi atras.
Seja USB 3.0, Firewire, eSata, etc. Tudo vai ser solapado pelo bluetooth. Sem contar a ubíqua internet, né?
Tb acho que faltou muito pra perfeição. Mas tem que se considerar o tempo. E o principal, o mercado. Esse ai não espera, ou liga pra perfeccionismo mesmo.
Enfim, um bom produto, dada as circunstâncias.
janeiro 28, 2010 às 11:09 am
ohermenauta
Aiaiai,
Eu não sou um fã da Apple. Tenho um iPod véio, já tive MacBooks na mão em expedições de compra e fiquei com um Dell.
Do ponto de vista empresarial, desculpe, não dá pra não admirar Steve Jobs, concorde-se ou não com ele. O cara é um monstro.
O bicho pesa 680 gramas. OK, não é muito leve, mas eu tenho que ler alguns livros mais pesados que isso…
janeiro 28, 2010 às 11:44 am
Marola
Concordo, o cara não só é um gênio do marketing como também é dotado de um apuradíssimo senso estético e os produtos da Apple estão aí para demonstrar isso.
Um dos episódios da história da indústria de informática com o qual eu mais me deliciei foi quando o Michael Dell (um texano do tipo truculento, ao que parece) foi obrigado, anos depois, a dobrar a língua e enfiar a viola no saco, por ter sugerido desdenhosamente que a Apple deveria liquidar seus estoques e encerrar suas operações pois seu modelo empresarial segundo êle, estava fadado à ruína, isso quando do retorno de Jobs à empresa. A Apple não só renasceu das cinzas, como ultrapassou a Dell em valor de mercado.
janeiro 28, 2010 às 1:28 pm
Radical Livre
Meus filhos levam mais de cinco quilos de livros para a escola. Todo dia…
janeiro 28, 2010 às 2:53 pm
fscosta
Serio?
Tem gente que questiona a genialidade desse cara. Ele não é gênio. Ele é mágico. E olha que eu nunca acreditei em magia.
Não sei qual foi a colaboração objetiva dele no processo de construção de qualquer desse produtos.
Mas sei, que ao construir um ambiente corporativo, em todas as empresas que participou, em que a inovação surja com tal qualidade e com tamanha velocidade, ele não pode ser outra coisa, senão um dos poucos discípulos de Merlin ainda sobre a terra.
Parem de olhar os defeitinhos (que todo produto tem) e deem um passo pra trás, e analisem a “big picture”. Analisem o macro, não o micro. Vejam a historia da invenções e inovações na evolução do homem. Em um breve espaço de tempo, ele simplesmente mudou o mundo.
Só isso.
PS.: Eu sou da turma do software livre e do partido pirata. A Apple é para nós uma versão piorada da Microsoft em relação a propriedade intelectual. Uma empresa que constrói produtos e serviços baseados na praga do DRM. E a sua existência será no futuro para teóricos, a demonstração de que produtos proprietários ainda eram viáveis, enquanto o software livre se espalhava por toda parte, antes de dominar o planeta. Isso que disse é um puta elogio.
Abçs,
janeiro 28, 2010 às 10:32 am
Jorge Maia
Pelo visto então no futuro não teremos e-readers mas netbooks? Mas os últimos já não estão por aí? Tudo muito confuso…
Por falar nisso a vantagem do Kindle era a tecnologia da tela. Ninguém comentou a do iPad…
janeiro 28, 2010 às 7:37 pm
ferdinando
Essa da tela que me deixa encucado. Ler em LCD não é legal. Claro que a do iPad deve ser melhor que os TN da vida, mas só vendo pra crer…