Estou viajando, portanto, esta meio dificil postar, e muito menos postar algo de relevante ao nosso titilante panorama politico.
Mas estou tentando acompanhar a coisa do apaguinho, principalmente nos blogs anaerobicos.
Juro que nunca vi tantos inimigos do Iluminismo reclamarem tanto do escuro….



54 comments
Comments feed for this article
Novembro 12, 2009 às 1:16 pm
marcos moraes
Abaguinho deu na sua cabeça quando vc “editou” o discurso do ministro Jorge.
MAM
Novembro 12, 2009 às 2:37 pm
outro Edson
marcos, qual foi a parte importante do “discurso” do “ministro” Jorge que ficou faltando na “edição” do Hermenauta? Além de dar o link da matéria original, o que faltou o Hermê fazer? O apagão no teu cérebro dura desde quando?
Novembro 12, 2009 às 3:28 pm
ohermenauta
Po, eu fiz ate um favor ao “neutro” ministro do TCU, porque considerar a coisa ali como “vitoriosa” e como considerar uma vitoria a retirada de Dunquerque…
Novembro 12, 2009 às 4:51 pm
Cláudio
hahahaahahhaahahaahahhhahahahahaha
Novembro 12, 2009 às 6:38 pm
marcos
Hermê,
só não comenta a capa da Economist dessa semana:
http://www.economist.com/images/covers/currentcoverrow_large.jpg
Tem uns leitores seus que vão enfartar.
Novembro 12, 2009 às 8:36 pm
Carlos
Aí desculpa bicho, mas não curto muito a idéia de ser paparicado por gringos propagandistas de capital centro-direita e livre-mercadistas que até hoje meio que defendem Pinochet (e na época defendiam muito bem; no final dos anos 30 elogiavam Hitler; pagaram mico na era Bush e apoiavam a posição não-intervencionista na fome Irlandesa etc etc etc) apenas para que a “esquerda moderada” seja o exemplo para se estimular (enquanto, como lacaios de investimento a-nacional, chicoteiam os “radicais” e “caudilhos” com propaganda absurda para desestimular governos de participação popular que saem da linha neoliberal e procuram desesperadamente, em vão, formas de independência). É apenas um puxão amigável da coleira, a perfeita representação do Lula: apaziguador social (toma e fica satisfeito, calaboca), dando o bastante para não explodir e impedir que o monstro neoliberal saia do controle para a esquerda ou extrema direita (odeiam o Chavez, por mais moderado e burguês que seja, mas ele e as “turbas do populismo” são criação deles, ele é cria do neoliberalismo e de suas insatisfações – o curioso é que no futuro o paparicado-para-apaziguar será mais radical que Chavez, da mesma forma que se constata quando se compara Jango e Lula p/ ex).
Pode até ser tragicômico que o analfabeto-nordestino-bêbado-blablabla conseguiu tudo que eles queriam para si mesmos (“acabou o lexotan no morumbi” etc), mas não é a vitória certa, é apenas a vitória no termos deles. Poderia até ser engraçado, se não estivéssemos no 8o ano e tudo não passa de “Lula se provou”/ “Calaboca direita, a direita nos ama por sermos de direita” etc que devia ter morrido no primeiro ano.
Sobre a Economist, Mark Ames disse bem um pinguinho do nojo que é (não passa de uma Newsweek para idiotas que querem se sentir mais esnobes, mas sendo igualmente patético – um pouco mais patético na verdade, é como ver alguém tomando tang de uva no copo de vinho, sofisticadamente). http://www.exile.ru/articles/detail.php?ARTICLE_ID=10127&IBLOCK_ID=35
Novembro 12, 2009 às 8:48 pm
Carlos
Mal pela parede de texto, mas é que é literalmente um caso de “para inglês ver”.
Novembro 12, 2009 às 10:31 pm
Radical Livre
anh, Carlos… também não tanto à praia.
Se você leu o artigo todo, eles criticam exatamente aquela parcela do governo Lula à esquerda: as leis trabalhistas que não foram mudadas, o aumento mais que justo para o funcionalismo público, o aumento do gasto do governo (que é na maioria gasto social, investimento no PAC ou de custeio, já que a conta dos juros internos e externos tende a cair no futuro), a ingerência do governo na Vale (sem dizer que 51% daquela coisa pertence ao governo) e por aí vai.
Então é um artigo elogioso pelo que ponto que atingimos, que é inegavelmente melhor do que o de 20 anos atrás, ainda que na minha opinião não seja bom o suficiente em medida alguma (distribuição de renda, educação pública ruim, saúde, violência etc).
A importância de um elogio da Economist, em que pese sua crítica correta a ela, é que talvez, só talvez, isto pode ser mais um passo contra a resistência de alguns setores que ainda não aceitam um país um pouquinho mais justo – ou que ainda pensam no presidente apenas como um analfabeto.
sorry pela outra parede, pessoal :\
Novembro 13, 2009 às 1:26 pm
Carlos
“só talvez, isto pode ser mais um passo contra a resistência de alguns setores que ainda não aceitam um país um pouquinho mais justo”
Hmm, talvez. Mas é ainda algo que devíamos ter desencanado no 1o ano (o restante era só rir do terror deles – ainda falo para amigos que avisei o Estado Inchado da oposição deles e que irão para a Gulag).
Mas ainda assim, é só uma tentativa de FHClizar o país mais do que já é. D:
Novembro 12, 2009 às 10:46 pm
fscosta
tb nao gosto dessa pagaçao de pau pra imprensa britanica…mas….
…como deixar de zoar os tucanos de higienopolis q qdo chegarem na banca de revista (sim, eles nao tem internet no apê) e fazem beicinho:
- Que merde !!!
Não dá né? Por outro lado. Pense assim, vc vive toda semana vendo a capa da Veja e até hj, foi, digamos, acritico…
Novembro 12, 2009 às 11:27 pm
marcos
Então, comentei da capa só porque é chamativa. Mas o texto é uma pagação de pau completa pro FHC. http://www.economist.com/displayStory.cfm?Story_ID=14829485
A Economist é como um relógio, dá para prever com precisão o que vai ser escrito sobre cada assunto. Ainda assim, não deixa de ser um jornalismo um pouquinho melhor do que a maioria em português; em especial, em se tratando de assuntos internacionais/europeus.
É uma revistinha esnobe, sim. Agora, não dá para a comparar com a Newsweek. Essa última, aliás, deu uma bela guinada para a esquerda (à la EUA), ou foi só impressão minha? (Nunca acompanhei-la, para falar a verdade, mas fiz um trabalho de estudos que usava ela recentemente.)
Enfim, toda matéria de publicação estrangeira sempre me dá a impressão de nunca conseguir capturar o todo, em geral fica numa releitura da imprensa local, ou pelo menos preso em concepções do passado. Do que a própria matéria linkada é vítima, já que a introdução usa a Fordlândia (aquela ideia idiota do Henry F.) como exemplo pungente da história brasileira.
Não deixa, contudo, de ser um contra-ponto à lenga-lenga que tomou conta dos jornalões daqui. Até porque os interesses não são tão fortes (mas que eles existem, existem).
Novembro 12, 2009 às 11:28 pm
marcos
E desculpa a parede de texto é o caralho!
=P
Novembro 12, 2009 às 11:28 pm
marcos
Eu gasto quantas árvores digitais eu quiser (ou o Hermê deixar)!
Novembro 13, 2009 às 1:29 pm
Carlos
“Não deixa, contudo, de ser um contra-ponto à lenga-lenga que tomou conta dos jornalões daqui”
Verdade. Mas é ainda incrível que é o único contra-ponto. É quase uma sátira de si mesmo, e da oposição permitida no país.
Novembro 13, 2009 às 11:56 pm
André Kenji
1-) Acho que a revista baba ovo para os tucanos, mas é uma boa reportagem, infinitamente superior a qualquer coisa em português. Há boas observações aí.
2-) A Newsweek foi reformulada meses atrás, dando mais enfase a artigos de opinião. Mas editorialmente sempre teve linha liberal.
Novembro 14, 2009 às 12:59 pm
marcos
Valeu Kenji
Novembro 12, 2009 às 11:56 pm
daSilvaEdison
Herme,
O pessoal do INPE talvez tenha a resposta.
Ou tinham, porque a direção do órgão soltou um comunicado:
“O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) irá preparar uma relatório técnico, a ser entregue ao Operador Nacional do Sistema (ONS), em que analisa as condições atmosféricas no Brasil durante a noite de terça-feira, quando ocorreu o apagão”
http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=2021
Embora o comunicado siga na linha do que vem sido divulgado, de que não cairam raios sobre a linha de Furnas, até dizendo que raio dificilmente derruba linha, foram um pouco além.
Ouvi na TV que o ógão foi ao extremo de proibir os seus “artistas” de se pronunciarem fora do relatório.
Uma outra “artista”, uma dessas globais, esbravejou denunciando atitude do INPE como sendo censura.
O motivo de tudo pode estar aqui:
“Em todo o Brasil, segundo dados do Inpe, as descargas atmosféricas são responsáveis por cerca de 70% dos desligamentos não programados da rede de transmissão, 30% dos desligamentos da rede de distribuição e cerca de 40% das queimas de transformadores”
http://www.gruporede.com.br/cemat/imp_noticia201.asp
Trata-se de uma notícia do Grupo Rede Energia sobre uma parceria dessa empresa com o INPE para o estudo dos impactos dos eventos metereológicos sobre redes de energia no Mato Grosso.
Novembro 12, 2009 às 11:57 pm
Adriano
Eu acho que realmente podemos sair renomeando “apagão” e todos esses termos em aumentativo para o diminutivo. O Mensalão assim iria se tornar “mensalinho”. Com certeza ia pegar menos mal, né?…
Novembro 13, 2009 às 12:25 am
Fred
Faltou explicar, Hermê.
Vc dê o nome que quiser pro acontecido, ou pros blogs. Mas enquanto o governo não chamar a responsabiliadade ou a irresponsabilidade, a população (60 milhões, não?) vai ficar na mão.
No Brasil é assim, especialmente agora, no atual governo. Deixa-se quase todo mundo sem luz e depois põem a culpa no governo anterior. Realmente, se se analisar com seu carinho a culpa é de FHC, o cachorro morto, não?
Numa boa, enquanto a crítica for leniente, o governo nada de braçadas…. Ao menos a Dilma, que por sinal está muda, permanece tomando uma sova do Serra.
Só gostaria de lembrar ao inteligentíssimo Hermê a frase de sua futura presidente: “Só haveria risco de apagão se o governo não exercesse seu papel de governo”. Dilma Rousseff, em 2004.
Vale a pena ler de novo… não?
Novembro 13, 2009 às 1:58 am
outro Edson
“No Brasil é assim, especialmente agora, no atual governo. Deixa-se quase todo mundo sem luz e depois põem a culpa no governo anterior.” Alguém realmente disse isso? A sério? Porque isso seria quase como se nós estivéssemos em 2002, a inflação voltasse com tudo e o governo atual desse a culpa para o próximo governo. Baita sacanagem!
Novembro 13, 2009 às 1:04 am
JH
Não dei importância pro “apagão”. Simplesmente acendi algumas velas e fui ler. Foram boas horas de leitura, sem ninguém ou algo que me interrompesse, como há muito não consigo. Finalizei releitura de “De perto e de Longe” (Didier Eribon entrevistando C L-S) e peguei firme em “Conversas com Woody Aleen (Eric Lax).
Muito barulho por nada.
Eu enfiaria os tocos de vela, pelo pavio aceso, no cu do Reinado Azevedo, mas preferi guarda-los para outras leituras.
Novembro 13, 2009 às 8:00 am
aiaiai
Outro ponto importante é que o apagão não durou mais de 4 horas para 60 milhões de pessoas. Foi mais grave no rio e em são paulo. No ES, que a imprensa fala como se tivesse ficado às escuras, durou menos de duas horas (de 11 a 01), em alguns lugares durou 3 minutos…
Novembro 13, 2009 às 9:27 am
André
Sem falar que os estados que a imprensa diz que foram totalmente atingidos (SP, RJ e MT) não foram totalmente atingidos. Conforme seus interesses escusos a imprensa está desinformando a população. A Aneel e o ONS precisam explicar o que aconteceu, a explicação final pode levar algum tempo. Se esse explicação não for dada, cabe ao governo cobrar esses órgãos, e à imprensa cobrar o governo. Mas não é isso que a imprensa está fazendo. Como lembrou outro comentarista: antes era tudo culpa do Lula, agora é tudo culpa da Dilma. Enche o saco essa imprensa.
Novembro 13, 2009 às 2:57 pm
vilarnovo
“Se esse explicação não for dada, cabe ao governo cobrar esses órgãos, e à imprensa cobrar o governo.”
O próprio governo já falou que é um assunto encerrado. O próprio governo mandou a Eletrobrás não falar nada.
Você acha que há alguma chance do governo cobrar as devidas explicações???
Novembro 13, 2009 às 4:34 pm
André
Até onde eu li, o próprio Lula está cobrando explicações. Pode ser que, dependendo em quem a responsa respingar, o assunto seja encerrado ou que o Lula esteja fazendo jogo de cena.
Novembro 13, 2009 às 9:43 am
Thuin
Não sei vocês, mas eu (Paraíso, São Paulo) estou mais ou menos acostumado com blecautes, que geralmente afetam uma meia dúzia de quarteirões.
Também é inadmissível? O Jornal do Commercio tinha, no dia seguinte ao blecaute, uma lista dos grandes blecautes da história brasileira. Fora os seis no período 1999-2002, eles não parecem ter sido mais comuns do que em qualquer outro país. Menos, até.
Qual o custo (em mônei mesmo) de se persegur essa infalibilidade que alguns estão cobrando agora?
Novembro 13, 2009 às 10:14 am
MMDC
Thuin, moro na mesma região que você e achei que fosse um dos “apaguinhos” normais, que ocorrem de quando em quando, deixando às escuras alguns quarteirões até o meu prédio exatamente. Chato é que o prédio do lado (e a outra metade do quarteirão inteira) fica iluminado, enquanto nós …
Na quarta-feira, só percebi que a coisa era maior, quando vi o prédio ao lado apagado.
Aproveitamos a ocasião para ouvir um pouco de rádio e dormir mais cedo.
Novembro 13, 2009 às 10:58 am
André
Já vi tanta merda sendo sugerida. Teve neguinho falando que deveríamos verter água em Itaipu e colocar as térmicas para funcionar, outros falando em usar hidrogênio ao invés de água, etc. Felizmente, logo o assunto morre essas propostas absurdas serão esquecidas e seguiremos a vida.
Novembro 13, 2009 às 2:55 pm
vilarnovo
hahahaha… é triste mesmo… rs
Novembro 13, 2009 às 12:20 pm
Alexandre
18 estados é apaguinho?
É óbvio que há diferenças do último apagão, visto que na época havia um racionamento e agora não há. Mas o apagão de agora atingiu mais estados e desligou Itaipu inteira. Então, podemos chamar o anterior (já que foi menor) de apaguinho e o atual de apagão. Desta forma, estamos dando a dimensão correta para cada caso.
Novembro 13, 2009 às 1:11 pm
Alex
Acho que a melhor solução é parar de chamar qualquer problema de apagão (ou apaguinho). Apagão do trãnsito, apagão aéreo, apagão, etc. soam mais como exploração política de um problema do que uma descrição desse problema. Que tal chamar um de blackout e outro de racionamento?
Novembro 13, 2009 às 1:13 pm
Avatar1
Alexandre, racionamento de energia é necessário quando a energia produzida não consegue atender a demanda, e blackout é quando a transmissão é interrompida.
Deu para entender a diferença ou quer que eu desenhe?
Novembro 13, 2009 às 2:32 pm
André
Apagão e blecaute é a mesma coisa que blackout, a diferença é que apagão soa menos estrangeiro. O uso indevido é que deu essa conotação política ao apagão. Apagão é indesejável mas de certa forma inevitável, racionamento (excluindo os motivados por guerras e cataclismas) é incompetência completa.
Novembro 13, 2009 às 1:15 pm
Avatar1
Aí, Alex, você sacou a arma mais rápido, mas quem deu o tiro de misericórdia no seu xará fui eu, hehe.
Novembro 13, 2009 às 1:44 pm
marcos
Ele voltou?!
Novembro 13, 2009 às 2:45 pm
andre lopes
Ainda que tenha sido uma falha pontual, merecemos explicações melhores e um pedido de desculpas. Não dá para aceitar que o assunto seja varrido para debaixo do tapete.
Novembro 13, 2009 às 3:00 pm
vilarnovo
O melhor comentário do governo veio de Lula:
“Eu disse à Aneel e à ONS que precisa ter um processo de investigação em toda trajetória. E nós temos instrumentos para isso, para que a gente descubra exatamente o que houve”, disse. “Se o sistema é robusto como nós acreditamos que seja, [...] por que que então nós tivemos este desastre?”, questionou.”
Não seria tão fácil falar isso desde o começo?
Novembro 13, 2009 às 3:25 pm
daSilvaEdison
Vilarnovo,
Mas o diagnóstico correto certamente vai contrariar os vendedores de receitas prontas e milagrosas, aquela defendida pelo Adriano Pires: Geradoras Térmicas.
Eles precisam de um “diagnóstico” que se acomode ao receituário previamente prescrito.
A Míriam Leitão deve saber o motivo.
Novembro 13, 2009 às 3:49 pm
André
O diagnóstico correto demora. Mas não acho que os envolvidos queiram atender esse pessoalzinho como o Adriano Pires e a Míriam Leitão. Rola mais um corporativismo por parte dos técnicos e um misto de medo-de-ofender/desejo-de-agradar os possíveis-doadores-para-a-campanha-do-ano-que-vem por parte dos políticos.
Novembro 13, 2009 às 4:23 pm
vilarnovo
Sei não, o problema não foi falta de geração de energia e sim de nossa rede interligada. Nesse ponto ter mais ou menos usinas termoelétricas não faria muito diferença.
Novembro 13, 2009 às 4:31 pm
André
Tão querendo aumentar a geração das térmicas para reduzir a geração das hidroelétricas, aliviando a transmissão e reduzindo as chances de novo apagão. Só não falam quem ganha e quem perde com isso, e se isso realmente reduz os riscos de novo apagão.
Novembro 13, 2009 às 5:19 pm
gabs
“nunca vi tantos inimigos do Iluminismo reclamarem tanto do escuro.”
Essa é a frase do ano. Parabéns.
Novembro 13, 2009 às 6:39 pm
aiaiai
Po Hermê,
Larga essas baratas e volta para o blog rapaz.
Eu li um troço e preciso te contar. Olha isso e me diz se não estaria na hora do presidente processar alguns jornalistas…Veja que o cara não está dizendo que é uma brincadeira, está afirmando como se realmente tivesse acontecido, em um jornal.
Acho que é caso para processo.
“Da coluna de Ancelmo Gois:
Lula, como se sabe, foi à Dinamarca dias antes da escolha do Rio como sede dos Jogos de 2016 para cabalar votos. Na época, o Itamaraty sugeriu que o presidente aproveitasse para fazer contatos com o governo dinamarquês — inclusive, a rainha Margarida. Mas Lula rechaçou:
— Essa rainha vota? Se não vota, quero que se d… Vim aqui falar com eleitores.
Outra…
Lula contou outro dia a um amigo que, em 2006, quando se hospedou no Palácio de Buckingham, residência da rainha Elizabeth II, não perdeu a chance, ao sair do banheiro, de comentar com a mulher, Marisa:
— E eu aqui fazendo cocô no palácio da rainha da Inglaterra…
Para terminar…
No último encontro com Mahmoud Ahmadinejad, Lula perguntou se o iraniano tinha negado a existência do Holocausto. Como o visitante começou a gaguejar, dizendo que “não foi bem assim”, Lula interrompeu:
— Ahmadinejad, quando alguém precisa explicar muito, é sinal que se f…”
Novembro 13, 2009 às 9:24 pm
Radical Livre
Eu li isso hoje. Não entendi o que Ancelmo Gois fazia com este esgoto. Fiquei matutando as intenções.
Um dia crio coragem e cancelo minha assinatura…
Novembro 14, 2009 às 7:56 am
aiaiai
cara…eu cancelei até a assinatura que eu tinha dado para o meu pai, coitado! globo nunca mais…
Novembro 18, 2009 às 9:51 am
Pablo Vilarnovo
Não entendo porque você ficam chateados de ver como Lula é realmente tirando a máscara de lulinha paz e amor…
Isso não é nada comparado ao que fizeram com Bush, goste dele ou não…
Novembro 18, 2009 às 10:18 am
Hermenauta
Pablo,
Mas com o Bush, havia motivo.
Novembro 13, 2009 às 7:29 pm
daSilvaEdison
aiaiai,
O Herme é baratólogo “pur pricisão ô pur buniteza”?
E não se espante com o colunista, não.
Como é que você duvida dele acerca do que fala o Lula entre seis paredes?
Você tem como provar que ele não fala a verdade?
Novembro 14, 2009 às 1:37 am
Danilo Albergaria
Edison, se você tiver sido irônico, desconsidere. Se não:
O ônus da prova, senhor jesus… o ônus da prova, meu são crispim… o ônus da prova é de quem faz uma afirmação.
Não dá pra se provar uma negativa, buddy.
Sorry, perdi a calma.
Novembro 14, 2009 às 6:05 pm
aiaiai
E as obras de são paulo?
vcs devem ter visto o caso de nova grande obra paulista que desaba, né?
Pois estava eu vendo a matéria na globonews e até ficando impressionada com o fato de estarem mostrando detalhes quando me surpreendo pela conclusão que eles chegaram. preparem-se!
Sabem por que as obras paulistas caem? porque hoje em dia falta engenheiro civil no brasil!!!!´
Não é porque são mal administradas, ou porque as empreiteiras contratadas pelo vampiro são incompetentes. É simplesmente porque não há engenheiros suficientes para olharem os canteiros de obras.
Novembro 14, 2009 às 7:11 pm
aiaiai
como se não bastasse, vem a folha e tasca no título:
Petistas usam queda de obra do Rodoanel para atacar Serra e cobrar investigação
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u652485.shtml.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Novembro 15, 2009 às 9:32 am
João da Luz
aiaiai
Falta engenheiro coisa nenhuma.
Não querem é pagar um salário descente para a molecada recém formada.
É por isto que construtoras no Brasil são chamadas de “gatas”.
Novembro 15, 2009 às 3:00 pm
Thuin
Até agora, o índice de grandes obras do governo paulista com grandes acidentes tá em 100%.
Novembro 16, 2009 às 12:30 am
Marola
Haja choque de gestão.