thor

Da série “a falta de imaginação que abala Hollywood“:

Natalie Portman fará namorada de ‘Thor’

A atriz Natalie Portman, estrela da série “Star wars”, voltará aos filmes de ação com um papel na adaptação de quadrinhos “Thor”.

A estrela de 28 anos interpretará a enfermeira Jane Foster, primeiro amor do personagem-título da HQ da Marvel. De acordo com o estúdio, a personagem está sendo atualizada para a versão do filme, no qual o guerreiro nórdico é colocado para viver entre os humanos.

O ator Chris Hemsworth fará o papel de Thor no filme, que começa a ser filmado no início do próximo ano. A estreia está prevista para 20 de maio de 2011. O diretor é Kenneth Branagh.

O longa-metragem é parte de uma agenda ambiciosa do estúdio Marvel, que inclui “Homem de Ferro 2″, “O primeiro Vingador: Capitão América” e “Os Vingadores”.

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Sim, leitor.  Você  leu direito:

O diretor é Kenneth Branagh

Diz o site da Marvel:

The son of Odin, most powerful of the Norse Gods, Thor has been an emissary to humanity, a protector of both Asgard and Earth and inspiration for humans and gods alike.

Director Kenneth Branagh leads a cast that includes Chris Hemsworth and Tom Hiddleston in the the God of Thunder’s big-budget, silver screen debut. Get ready for Thor’s arrival in movie theaters on May 20, 2011!

Pelo que diz a Wikipedia, parece que Branagh se deu meio mal com a direção de “Love´s Labours Lost“.  Vai ver ele está encarando essa para ganhar alguma grana.  Embora este tipo de superprodução não tenha muito a ver com o trabalho dele como diretor, bom, ele já atuou em um Harry Potter…

O MTV Moviesblog perguntou a ele porque diabos aceitou dirigir o filme. A entusiástica resposta:

To work on a story about one of the immortals, Gods, extraordinary beings, inter-dimensional creatures,” he enthused.

He continued excitedly, “There’s science fiction and science fact and fantasy all woven into one. It’s based on Norse legends which Marvel sort of raided in a brilliant way.”

Hummm…

Outros diretores, inquiridos, disseram que Branagh pode dar um tom shakespereano a uma história que pensando bem se resume a uma intriga reileareana entre um pai e seus filhos.

A ver…ou não ver.

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