And though you fight to stay alive
Your body starts to shiver
For no mere mortal can resist
The evil of the thriller
***
Michael Jackson, RIP
1958 – 2009
Junho 25, 2009 in breaking news
And though you fight to stay alive
Your body starts to shiver
For no mere mortal can resist
The evil of the thriller
***
Michael Jackson, RIP
1958 – 2009
| Carlos em Reinaldo Azevedo, deontologist… | |
| André em Reinaldo Azevedo, deontologist… | |
| ohermenauta em Lineando Henrique Cardoso… | |
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31 comments
Comments feed for this article
Junho 25, 2009 às 11:14 pm
Michael Jackson « Suspensão do Juízo
[...] Michael Jackson faleceu. Isto foi golpe baixo. [...]
Junho 25, 2009 às 11:16 pm
He will be Bach
Ao som de: Billie Jean
Hermê, você não sai da frente do computador? Parece até eu.
Olha, parece muito estranho um cara que tem os 155 CDs da obra completa de Bach e outros 170 da de Mozart dizer isso… Mas… Eu sempre adorei Michael Jackson!
Acho que ele é o primeiro cara que eu acompanhava e que, agora, vejo morrer. Todos os meus outros ídolos e bandas, salvo raríssmas exceções, comecei a apreciar postumamente, e. g., Led Zeppelin, Freddie Mercury, Beatles, Cream…
Junho 25, 2009 às 11:45 pm
Luiz
HWBB,
Seus gostos musicais são muuuuito parecidos com os meus.
Sobre o Michael: o artista sempre teve minha admiração profunda.
Junho 26, 2009 às 12:21 am
NPTO
Porra, que merda. O cara tinha virado freak total, mas que pena que nunca conseguiu voltar a ser o fodão que foi um dia.
Junho 26, 2009 às 2:58 am
samurainoutono
Eu acho que vocês estão supervalorizando the gloved one.
Michael Jackson foi o apogeu comercial da era do long play (pré-CD) e o princípio da era do video. E só. No contexto da Motown (e basta ouvir as hitsville usa) Stevie Wonder, Marvin Gaye e The Temptations são muito mais relevantes e interessantes que o Jackson Five, só para ficar no mais conhecido. No contexto do pop americano dos 80, Prince e Madonna, só para citar dois “nomões” que todo mundo conhece, tem obras mais continuadas, mais revolucionárias e mais interessantes, imho.
O grande interesse comercial em torno dele de quinze anos para cá é que seu amigo Paul MacCartney convenceu-o no início dos 80 a comprar o acervo da Northern Song (pegaria muito mal Paul fazê-lo). Essa possivelmente foi uma das maiores dicas de investimento da história, e é interessante ter visto o “Rei do Pop” nos últimos anos ordenhando o copyright dos Beatles. Serve como testemunho de como o copyright promove a arte.
A pessoa morreu hoje. O artista… talvez no acidente do comercial da Pepsi, talvez com Moondance. Dancemos ao som do “Off The Wall”, seu apogeu imvho. Lamentemos a ausência de “Novo Tempo” no Thriller. E esqueçamos tudo que se passou depois dele.
PS: Dapieve, de quem em geral gosto muito, estava fazendo uma comparação meio apressada com Elvis na Globonews. Tolice. Ouçam o Elvis de Las Vegas, sua interpretação de “bridge over troubled water”, por exemplo. Elvis cada vez mais foi se aperfeiçoando como um cantor. Jackson, pelo contrário, foi deixando sua voz perder destaque em meio às necessidades da dança e dos exageros do palco, a saturação do excesso de produção dos seus discos. O triunfo do mimiqueiro sobre o cantor.
Junho 26, 2009 às 5:52 am
aiaiai
Puxa, até que vc tem razão…mas para mim a imagem e o som que fica é dele criança ainda, quando eu também era criança, dançando e cantando de uma forma como nunca havia se visto.
E depois ele adolescente fazendo os adolescentes do mundo todo quererem arrastar o pé numa dança impossível.
e os shows monumentais e os vídeo-clips que a gente esperava para ver como uma premiere no cinema.
além disso tem a tristeza que já me acompanha a anos de ver que o cara – a pessoa – era tão complexa que fez o artista se perder.
Enfim, para mim, pode ter gente melhor, mais influente e mais importante. Mas o caso do Michael Jackson é que ele é incomparável.
Junho 26, 2009 às 3:29 pm
Radical Livre
Samurai,
eu concordo com você em relação à Motown e aos precursores mas….
Eu estava conversando com alguns amigos, pessoal da minha idade para cima, entre os 40 e os 50. A quantidade de músicas dele que dançamos em nossas festas dos anos 80 é fantástica. A quantidade de vezes que uma festa foi salva porque colocamos para tocar Billy Jean ou Thriller ou uma outra música dele é enorme.
Acho que é este o ponto do Michael – ele conseguiu uma coisa que nenhum dos precursores dele conseguiu: avançar além do gueto negro da motown para uma universalidade. Algo como o que fez Elvis em relação ao Rock’n Roll nos meados dos anos 80.
mas esta é apenas my humble opinion.
Junho 28, 2009 às 10:51 pm
Frank
Radical, Stevie Wonder já havia “avançado em direção à universalidade” nos anos 70.
Acontecerá mais ou menos o q o Samurai falou: a velha e boa sobre-valorização pós-morte.
Acho q Off The Wall e Thriller são das melhores coisas da múscia pop do século XX. Mas a produção pós-Thriller é – com boa vontade – sofrível.
Nesse aspecto – a curtíssima duração do pico de talento -, ele diferiu mesmo de Madona, Lionel Ritchie e outros nomes fortes do pop do último 4o do século XX.
Junho 26, 2009 às 9:42 am
ari alves
Assim você concluiu o post Angel falling, sobre Sarah Fawcett: “Cuida bem dela, Charlie. Eu não sei quem é Charlie, mas vou dizer o mesmo: cuida bem dele, Charlie.
Junho 26, 2009 às 9:43 am
ohermenauta
Ari,
É porque o seriado “As Panteras”, onde Farah adquiriu notoriedade, chama-se “Charlie´s Angels” em inglês.
Junho 26, 2009 às 12:10 pm
gatoprecambriano
Na linha WTF? cara…INDIAN THRILLER?
COMO é que você acha essas coisas bicho?
Junho 26, 2009 às 2:16 pm
ohermenauta
ehehehe…pesquisando.
Junho 26, 2009 às 10:57 am
Dourivan Lima
Meio blasé com esses assuntos mundanos, o RA começa: “Perguntam-me se não vou escrever nada sobre a morte de Michael Jackson. Música pop não é exatamente a praia em que ando com mais desenvoltura”.
Tive a curiosidade de copiar e colar no Word: o post tem 700 palavras, quase 4 mil caracteres.
Junho 26, 2009 às 11:33 am
orson
E?
Junho 26, 2009 às 11:59 am
ohermenauta
E o pior é que é presunçoso até o talo, com demonstrações gratuitas de cultura clássica. Que sujeito cacete.
Junho 26, 2009 às 12:23 pm
He will be Bach
Duvido que o sujeito consiga distinguir Händel de Rick Wakeman.
(Aliás, gosto muito de ambos; mais do Yes do que do Wakeman propriamente.)
Junho 27, 2009 às 7:17 pm
He will be Bach
Falando em presunçoso, eu soube que o Jô Soares perguntou ao regente Júlio Medaglia se “foi Bach quem compôs a Sinfonia Inacabada.” E o Medaglia ainda teve a decência de fazer de conta que não foi nada.
Para vocês terem uma idéia da merda que ele falou, vou traduzir futebolisticamente:
Imaginem o Jô Soares entrevistando o NPTO – menguista até a raiz do ser. Para mostrar erudição futebolística, ele pergunta ao NPTO “por que Muricy contratou o Nadal para a zaga do Tricolor carioca?”
A reação do NPTO, se fosse igual à do Medaglia, seria dizer que “pois é, na verdade o Muricy era técnico do São Paulo, mas como saiu recentemente, isso às vezes confunde as pessoas, inclusive faz com que elas troquem ‘alvinegro’ por ‘tricolor’.”
Ou seja, em RA e JS, temos dois perfeitos exemplos da Teoria do Medalhão.
Junho 26, 2009 às 11:32 am
orson
Eu gostava, mesmo, era do desenho dos Jackson Five.
Junho 26, 2009 às 12:27 pm
samurainoutono
Orson, os desenhos do Jackson Five eram uma gracinha.
Não sei quantos de vocês viram ontem a Glória Maria falando sobre Michael Jackson. Foi possivelmente a melhor coisa a esse respeito que rolou. Deu uma dimensão humana ao personagem, um verdadeiro capítulo (a ser incluído) no Fragilidade do Carriere.
Junho 26, 2009 às 1:17 pm
samurainoutono
HWBB,
Wakeman é apenas kitsch, não mais que kitsch, maravilhosamente kitsch. Gravou em pelo menos uma obra prima, Hunky Dory. O Yes é apenas chato. E põe chato nisso. Vá ouvir de castigo o Tales From Topographic Oceans.
Hermê,
vou ter que discordar de você em relação ao texto do RA. Na minha opinião está muito bem escrito, não só quanto ao entendimento do personagem e de sua decadência, quanto da utilização de mitologia.
Faça como manda o verdadeiro deus grego do pop, Listen Without Prejudice (que, imvho, diga-se de passagem é muito melhor que Thriller, até no video clip de trabalho). Fora da babaquice do personagem, talvez RA seja humano, assim como o Michael Jackson descrito pelo olhar jornalístico e generoso da exilada “Chicória” Maria. É pouco provavel, reconheço, mas sempre há uma esperança.
Junho 26, 2009 às 3:06 pm
He will be Bach
Esse álbum do Yes é infernalmente chato, assim como o Lamb Lies down on Broadway, do Genesis.
Mas os primeiros eram muito bons!
Junho 26, 2009 às 6:51 pm
ohermenauta
Samura,
O que RA está dizendo é que MJ tinha pobrema. Isso não é exatamente uma novidade. Só que entre todos os mitos gregos que poderiam se aplicar minimamente ao caso, incluindo o de Narciso, não vejo realmente outro motivo para enfiar as parcas no negócio senão regorgitar pseudocultura clássica.
Aliás, não tô te entendendo, já que Gloria Maria fez uma leitura de sinal absolutamente contrário (e a meu ver errada) da transformação de Michael Jackson do que a que faz RA.
Junho 26, 2009 às 3:35 pm
Mme. R.
Ah, Hermê,
A minha infância foi um pouco melhor graças às horas felizes que eu passava dançando as músicas de Thriller em cima da cama…
Samurainoutono,
Te confesso que o MJ é provavelmente o único assunto que me une a Chicória Maria de alguma forma. Em especial sobre a questão da transformação física, não acho que faça sentido que o cara de uma hora para outro tenha tido o profundo desejo de ficar branco — ao contrário, ele, com os irmãos, foi símbolo do black power. Mas pode ser só carinho por aqueles dias dos meus 8 aninhos…
Junho 26, 2009 às 6:53 pm
ohermenauta
Mme. R.,
A história que Gloria Maria contou para explicar a transformação de MJ _ o vitiligo _ não guarda nenhuma coerência com o fato de que ele fez dezenas, talvez centenas, de cirurgias para retirar todo e qualquer traço negróide de seu rosto. Isto é história para ruminante ressonar, em minha humilde opinião…
Junho 26, 2009 às 9:40 pm
aiaiai
agora que eu vi o thriller que vc colocou!!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
muito bom
Junho 26, 2009 às 9:59 pm
wagner
O artista, de fato, transcende gerações, minha irmã está se virando pra explicar ao meu sobrinho, o que aconteceu com o “Macky Jesson”. Ele adora Michael Jackson.
Junho 27, 2009 às 10:49 am
Rodrigo
Já que você curte estranhezas, um dos comentaristas acima tem estas pérolas: http://suspensaodejuizo.wordpress.com/2009/06/16/tajik-jimmy/
Junho 27, 2009 às 1:05 pm
Rodrigo
A propósito, esse mesmo Chirajeevi aí do clipe que você postou também fez, segundo a Wikipédia em espanhol, versões de Stallone Cobra e Duro de Matar. Pena que Robocop, Predador e A Hora do Pesadelo ficaram de fora.
Ah, para deixar algo edificante e cômico: http://www.youtube.com/watch?v=hMnk7lh9M3o
Grande abraço,
R.
Junho 27, 2009 às 1:48 pm
ohermenauta
eheheh, essa eu conhecia. Hilária mesmo.
Junho 27, 2009 às 2:22 pm
ohermenauta
Ouch!
http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,detentos-de-cebu-voltam-a-encenar-thriller,393989,0.htm
Junho 27, 2009 às 8:37 pm
Mme. R.
AH, sei lá, cara. Pode ser. E/ou não.