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Março 3, 2009 às 4:11 pm
Marcos Nowosad
Cruzes! Imagina encontrar um bicho desses numa arvore!
Março 3, 2009 às 8:49 pm
Cássio
Hermê, deixa eu te falar o cúmulo da sincronicidade. No dia que você falou sobre o raio bola, e eu comentei que havia visto um quando jovem, estava um calor de sempre aqui no Rio. Para os lados de Jacarepaguá, alguns cúmulo-nimbos que surgiram não sei de onde, mas que da minha casa (moro num lugar bastante alto, de onde vejo toda a Zona Norte e a Baixada) era muito visíveis. Anoitecia.
Da minha casa, comecei a ver alguns clarões refletidos dentro das nuvens, mas só nelas. Um avião em rota para o Galeão passava ao largo.
Foi aí que eu vi de novo: cinco, ou seis esferas, em linha quase reta, de muito alto no céu, movendo-se lentamente e piscando. Meu primeiro pensamento foi: balão estranho, cheio de lanternas embaixo, normalmente eles só têm uma. Qualquer um que more no subúrbio do Rio já viu um balão, eles são comuníssimos.
E as luzes iam se movendo, devagar, ainda em linha, todas juntas. Uma a uma, foram se extinguindo, e após a última queimar eu vi que não havia nenhum balão sobre elas. Nada. O avião continuava passando.
Só aí me dei conta que poderia ser, de novo, os raios bola. E me considerei o mais afortunado dos sujeitos. As nuvens voltaram a clarear, com mais descargas elétricas, e eu fiquei ali por mais uns minutos, feliz pela minha sorte e esperando acontecer de novo. Nada mais houve.