Tem coisas neste paiz que eu não entendo.
Por exemplo, os anaeróbicos. Incompreensíveis as razões pelas quais, ao invés de continuarem se dedicando a certas práticas perversas envolvendo blogueiros depravados, afiliar-se a seitas exóticas ou gastar dinheiro em esquemas Ponzi ideológicos, não assumem de vez uma agenda mais pragmática em prol do Estado Mínimo e passam a apoiar com todas as forças o seguinte projeto:
(cliquez sur la photo pour l’agrandir)
Eu agarantchio que o governo federal terminava na hora. :)
(hat tip: Sergio Leo)






6 comentários
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fevereiro 8, 2009 às 2:43 pm
aiaiai
cara, fui seguir os links e acabei lendo coisas estranhas, como esse trecho no site do oc
“Dou um pouquinho, mas dou sempre”.
Caramba! o cara tem coragem, né não?
fevereiro 8, 2009 às 2:44 pm
aiaiai
Agora falando sério: o governo federal terminava e os adolescentes arrumariam algo para fazer melhor do que se matar! O que que foi isso? Mais de 60 moleques classe média se estapeando em plena sexta de madrugada? Não tem mulher em brasília não?
fevereiro 8, 2009 às 2:55 pm
ohermenauta
Não tinha visto esso história ainda não, aiaiai.
Esse povo não tem nada na cabeça. Um cabo de enxada na mão de cada um operaria maravilhas.
fevereiro 8, 2009 às 5:16 pm
Marcelo
Em outras palavras, a salvação dos neos seria levar a a capital de volta para o Rio?
fevereiro 9, 2009 às 11:43 am
Zippo
Bicho, a galera do chapéu tava de chupação pro Azevedo em seu novo parque temático ou pro do Johnny Depp?
Sério, que era aquilo?
fevereiro 9, 2009 às 11:51 am
Hermenauta
Marcelo
Yesss.
Zippo,
É a mal-afamada Confraria do Chapéu. Um tipo de Hare Krishna do Séc. XXI. Dizem que tem uma explicação, segundo este comentário:
“(…) a distribuição de chapéus foi uma atitude muito simpática da editora, para que todos pudessem se solidarizar com o Reinaldo, que usa chapéu por uma delicadeza sem-fim devido aos resultados estéticos de sua cirurgia.
Se bem que, na sua entrevista à Globonews, ele não estava usando, e até mostrou os pontos afetados. A coisa não foi tão feia, o cabelo cresceu, nem precisava mais do chapéu, mas, enfim, o símbolo ficou. E acho que o uso em massa do chapéu durante o lançamento o deixou muito confortado.”
Mas eu continuo achando que é um ritual para criar um senso de identidade do grupo, saca? Que nem que usar camisa do Chê.