No Financial Times:
“Gaza offensive boosted Hamas, poll concludes
Palestinian support for the Islamist Hamas movement has soared in the wake of Israel’s three-week offensive against the Gaza Strip, according to a poll released on Thursday.
The survey, by the independent Jerusalem Media and Communications Center, also found that the majority of Palestinians thought the group had emerged victorious from the conflict. Almost one in two Palestinians said Hamas won the Gaza war, while less than 10 per cent said Israel had triumphed.“



29 comentários
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fevereiro 7, 2009 às 2:12 pm
Daiane Medeiros Costa
Presidentes República Velha Brasil. Quantos? Quais? O que fizeram? Bibliografia incluída.
fevereiro 8, 2009 às 3:46 am
Regina
Você é podre. Autoritário, hipócrita. Só falta assumir.
Coloquei comentários aqui – contrários a você, é claro – que foram apagados. Você não se garante, cara? É, apagar é mais fácil. Israelenses pensam o mesmo.
fevereiro 8, 2009 às 4:40 am
Paulo C
Daiane, a república “Velha Brasil”, em São Carlos, teve apenas um presidente, o eterno e saudoso Toninho da Bete. Enquanto Toninho conseguiu se manter formalmente como estudante da UFSCar, a “Velha Brasil” promoveu festas lendárias e se tornou a república mais concorrida do interior paulista. Quando seu presidente finalmente foi jubilado, a Bete (mãe do Toninho) se irritou, fechou a república e transformou a casa em um bordel de alta classe, onde estudantes não entram por absoluta falta de capacidade financeira. Bibliografia não há, mas fala com qualquer menina da vida em São Carlos que elas sabem quem é a Bete.
Regina – em casa de açougueiro, churrasco de soja. Na casa dos outros, educação. Menina mimada.
fevereiro 8, 2009 às 7:52 am
ohermenauta
Regina,
Olha, não é que eu não apague comentários de vez em quando, filhota. É prerrogativa minha. Mas não houve nenhum comentário seu apagado.
Como você já comentou no post errado lá atrás, demonstrando que aparentemente não entende como funciona uma caixa de comentários, sugiro que você ou tente de novo ou faça um cursinho.
fevereiro 8, 2009 às 7:53 am
ohermenauta
er….
Israelenses pensam que apagar é mais fácil? É, faz sentido.
fevereiro 8, 2009 às 7:58 am
aiaiai
cara, deu a louca nos comentários!!!! Ou eu acordei mais estúpida ainda, ou esse povo enlouqueceu kkkkkkkkkkkkkkk
vou para a praia!
fevereiro 8, 2009 às 9:05 am
Carlos Saraiva
Vou tentar entender: o Toninho da Bete é do Hamas, mas a República foi atingida no ataque e as meninas da vida se tornaram terroristas e fugiram para S. Carlos para vender churrasco de soja?
fevereiro 8, 2009 às 12:50 pm
Eneraldo Carneiro
Maybe I have missed something in the translation. What the ‘f… word’ is that????
fevereiro 8, 2009 às 1:00 pm
Me
Oh well… se vc pelo menos olhasse para o outro lado…
http://www.usatoday.com/news/world/2009-02-08-israel-election_N.htm?csp=34
fevereiro 8, 2009 às 2:53 pm
aiaiai
Levando-se em consideração que o principal motivo da guerra era a Livni não perder para o direitoba Netanyahu, a derrota foi total.
O Kadima “guerreiro” perdeu para o hamas e está quase perdendo o governo para o Likud.
Ou seja, não valeu a pena jogar fósforo branco em gaza por nenhum lado que se veja. Só não era necessário matar tanta gente para chegar a essa conclusão.
fevereiro 8, 2009 às 3:02 pm
ohermenauta
Paulo,
Se você acha que a radicalização para a direita será benéfica para Israel, medite sobre o exemplo mais próximo: o destino do partido Republicano sob Bush.
fevereiro 8, 2009 às 4:23 pm
Me
Vcs gostam de dizer que a direita eh simplista mas essa situacao eh tipica de quem esta fazendo forca para nao entender o que aconteceu. O Kadima “guerreiro” so existiu porque o Kadima negociador gerou foguetes diarios do Hamas. A volta do Likud nao eh algo “bom” para qualquer fim, eh somente uma consequencia. Se vai parar ou nao os foguetes eh uma boa pergunta. Da ultima vez a parede que eles construiram acabou funcionando…
Idem sobre os Republicanos. A questao nao eh se eles vao voltar, e sim quando e porque.
fevereiro 8, 2009 às 5:41 pm
aiaiai
Por mim tanto faz se é likud ou kadima, nenhum deles está certo porque o erro original é o próprio estado que eles representam.
O kadima, o likud e todo o estado terrorista de israel só existem porque um bando de judeus radicais resolveu que tinha porque tinha que invadir a palestina e morar na terra prometida pelo deus deles. Alias, o hamas também só existe por causa disso. Israel é um erro, sempre será. as consequencias dessa maluquice de “deus quer que os judeus fiquem lá” já ultrapassou todos os limites da sanidade e da insanidade.
fevereiro 8, 2009 às 5:52 pm
Daiane Medeiros Costa
O trabalho é pra quarta!
fevereiro 8, 2009 às 6:09 pm
ohermenauta
Daiane,
Perdeu, playboy. Perdeu!
fevereiro 8, 2009 às 6:47 pm
Barba
“O Kadima “guerreiro” so existiu porque o Kadima negociador gerou foguetes diarios do Hamas.”
Pelo visto muita gente não entende que o Hamas pode até lançar foguetinhos, mas consegue seu apoio popular é com base nas ações desproporcionais de Israel.
Em 2006 o Hezbollah foi atacar o posto de fronteira no sul do Líbano porque estava com a aprovação mais baixa desde de sua criação. Fazer discurso anti-Israel e anti-Ocidente é facinho, mas administrar um território não é algo que os extremistas saibam ou queiram fazer. Se Israel tivesse entendido que essa ação era apenas o Hezbollah provocando, mostrando que era inútil como partido político e precisava de guerra pra existir, a coisa teria ficado por ali e veríamos a derrocada certa deles.
Ao invés disso a IDF preferiu dar razão ao discurso do Hezbollah e fazer uma guerra onde se matou de tudo, menos militantes inimigos. E ainda com a justificativa de que, se o Líbano não era pró-Hezbollah, ele atacaria o partido – claro, sem nenhum risco de guerra civil…
A questão é muito simples dos dois lados: guerra dá legitimidade. Os problemas que ela gera são pra plebe lidar…
fevereiro 8, 2009 às 7:14 pm
cAMILO
“Se Israel tivesse entendido que essa ação era apenas o Hezbollah provocando, mostrando que era inútil como partido político e precisava de guerra pra existir, a coisa teria ficado por ali e veríamos a derrocada certa deles.”
Sei… E quantas vidas israelenses custaria esperar a “derrocada” do Hezbollah? Israel não é Rio de Janeiro onde os bandidos têm carta branca do Governo. Os regimes totalitários árabes estão em “derrocada” há séculos. Quanto tempo mais Israel precisa esperar?
fevereiro 8, 2009 às 7:15 pm
Me
“Por mim tanto faz se é likud ou kadima, nenhum deles está certo porque o erro original é o próprio estado que eles representam.”
Bingo
fevereiro 8, 2009 às 7:16 pm
Daiane Medeiros Costa
Vale metade da nota do bimestre!!!!!!!!!
fevereiro 8, 2009 às 7:27 pm
ohermenauta
Estudasse.
fevereiro 8, 2009 às 7:32 pm
Barba
cAMILO,
Bandidos? Carta branca do governo? E que comparação com o Rio de Janeiro é essa? Velho, o esquema dos extremistas muçulmanos é parte de uma agenda, é político, problemático, pode ser criminoso mas não é tráfico de drogas nem corrupção policial… Deixa essa comparação aí pra Cora Ronai.
Israel não precisa esperar nada, só que essa falácia de que “lutamos uma guerra agora pra não ter que lutar outra daqui a dez anos” é irreal e perigosa. E a questão não é proteger vidas meu caro, essas guerras não protegem vidas e não cessam ataques: elas garantem que mais uma geração seja tomada por um sentimento anti-Israel.
Onde é que inudar Beirute de explosivos anti-pessoais ajuda a combater o Hezbollah? Onde é que matar civis em Gaza ajuda a combater o Hamas? Os assentamentos ilegais, bloqueios e problemas sérios de infraestrutura que Israel impõe sobre os territórios palestinos tampouco serviram para conseguir qualquer paz.
A quantidade de pessoas dispostas a qualquer acordo se torna mínima diante desse tipo de ação e é isso que os extremistas muçulmanos querem, é disso que eles se alimentam, é assim que conseguem seus recursos. Eles não estavam lá antes de Israel.
fevereiro 8, 2009 às 7:38 pm
Barba
aiaiai
“Por mim tanto faz se é likud ou kadima, nenhum deles está certo porque o erro original é o próprio estado que eles representa”
Não concordo. Não acho que só a parte de extrema do judaísmo tenha tido um papel fundamental na criação de Israel e nem acho que não seja direito de um povo ocupar um território que foi seu há muitos séculos atrás.
Entendo que a perseguição aos judeus empregada durante séculos na Europa, tendo seu ápice durante a 2a Guerra, foi decisiva para que outros se empenhassem na criação do estado – por convicção ou falta de local para voltar mesmo.
A volta para a Terra Prometida é algo cosmológico, um marco para os hebreus depois de muitos séculos dispersos pelo mundo. Infelizmente, a coisa tomou o rumo defendido pelos extremistas – criação de um Estado exclusivamente judaico e so on…
fevereiro 8, 2009 às 8:39 pm
aiaiai
barba, parodiando os anarquistas espanhóis: se hay deus soy contra! É só botar um deus ou vários deuses no meio da história que vai dar m….! Por isso sou contra o estado de israel. os judeus podem muito bem continuar a povoar o mundo, como vem fazendo a tanto tempo e deixar os palestinos lá na terrinha deles. Essa fixação com monte do templo e ´blá blá blá, terra prometida, deus prometeu …me deixa p da vida. Ridículo, em pleno século XXI ter gente que continua discutindo isso e, pior, matando e sendo morta por isso!
vou dormir que amanhã acordo cedo para ir a praia.
saudações
fevereiro 8, 2009 às 8:54 pm
cAMILO
Aiaiai,
O Governo- qualquer governo- tem a obrigação de defender seu Povo. Não comparei os terroristas com os bandidos cariocas- parece que você não consegue ler nem Cora Ronai-, comparei a inação do Governo brasileiro diante dos bandidos no Rio (ou quem ocupa os morros é o exército de Israel?) com o que você parece esperar do governo de Israel. Israel não é Rio. Bandido é herói no Rio, em Israel é só bandido mesmo.
Ou seja, essa história de promessa divina é uma droga, então vamos dar a terra para os seguidores de Maomé. Sei… A terra é do totalitarismo árabe porque os romanos expulsaram os judeus, mas os terríveis imperialistas ingleses e franceses não expulsaram os judeus. E como essa coisa de Deus é chata, melhor dar a terra para os livre-pensadores islâmicos que vão criar uma grande democracia religiosa pautada na tolerância e no ceticismo.
fevereiro 8, 2009 às 9:01 pm
Daiane Medeiros Costa
Por favor, vale metade da nota do bimestre. Tem que ser pelo menos uma página por presidente e com bibliografia. Pra quarta!!!!!
fevereiro 8, 2009 às 9:19 pm
Daiane Medeiros Costa
Eu vou ser reprovada!!!!!!!!!!!
fevereiro 8, 2009 às 9:41 pm
Barba
Aiaiai,
Não acho que religião em si seja a causa para intolerância e problemas no mundo – como meus compayes anarquistas costumam achar. Acho que a intolerância pode surgir sobre qualquer forma, de qualquer maneira e a religião é um canal fácil pra isso – como também pode ser a ciência.
A questão é que a experiência religiosa é um componente importante no mundo e não dá pra desprezá-la, ou dizer que é irreal. A religião cria o mundo tanto quanto a ciência. Uma promessa divina na qual um povo vai voltar a ocupar um lugar de onde se foi expulso não é algo que se pode ignorar. É uma profecia com muito poder demais, que influenciou milhões de pessoas, que representou esperança para alguns e muitos problemas para outros.
Não acho Israel errado em si, talvez tenha sido criado da maneira errada.
cAMILO,
Ahã, eu pareço esperar do governo de Israel corrupção e ineficácia ao invés de bom senso. Realmente a comparação foi muito infeliz.
O que eu espero é que Israel use seu poder para responder aos ataques que sofre de maneira proporcional e inteligente, entendendo que o extremismo islâmico se alimenta do caos e instabilidade criado por bloqueios e mortes de civis mais do que do contrabando de armas. Não dá pra fazer guerra contra o Hamas ou Hezbollah como se eles fossem o Estado do outro lado: eles atacam justamente porque não são, porque não precisam arcar com as responsabilidades de um Estado.
Tecnologia e métodos de inteligência Israel tem de sobra, só fica meio difícil acabar com o “terrorismo” quando tudo o que se faz é dar cada vez menos opções para quem está do outro lado.
Infelizmente todo mundo gosta é de ver as coisas pegarem fogo. Promessas de retaliação e morte dão voto, legitimidade, etc, etc
fevereiro 8, 2009 às 10:23 pm
cAMILO
É. Vai ver os aliados também só lutaram contra os nazistas (os sujeitos que fizeram na Europa o que os terroristas querem fazer em Israel) porque queriam ver as coisas pegarem fogo. Hitler, esse incompreendido.
“Tecnologia e métodos de inteligência Israel tem de sobra, só fica meio difícil acabar com o ‘terrorismo’ quando tudo o que se faz é dar cada vez menos opções para quem está do outro lado.”
Os terroristas já têm suas opções: rendição ou morte. Israel vai continuar se defendendo.
“Não dá pra fazer guerra contra o Hamas ou Hezbollah como se eles fossem o Estado do outro lado: eles atacam justamente porque não são, porque não precisam arcar com as responsabilidades de um Estado.”
Já ouviu falar no governo do Hamas? Antes disso, já ouviu falar em Arafat? Já ouviu falar no controle sírio do Líbano? Sabia que os países árabes que tentam destruir Israel têm governos? Vai ver que é por isso que o Rio ficou assim: os traficante snão são Estados, então melhor dar a eles a opção de continuar matando inocentes. é incrível até que ponto os defernsores do Terrorismo estão dispostos a distorcer a Realidade.
fevereiro 8, 2009 às 10:56 pm
Barba
Isso cAMILO, coloca Hitler no meio da discussão. A política expansionista palestina e seus campos de concentração estão em franca ascensão…
“Os terroristas já têm suas opções: rendição ou morte. Israel vai continuar se defendendo.”
Isso. São essas as opções de um combatente inimigo, até aqui nenhuma discordância. Infelizmente o bombardeio indiscriminado de áreas civis não mata apenas os terroristas e, acredite, é isso que eles querem.
“é incrível até que ponto os defernsores do Terrorismo estão dispostos a distorcer a Realidade.”
Vamos fazer um acordo: quando você não entender um argumento, você me pergunta. Deixe esses chavões nonsense de fora e preserve o nível da discussão, por favor.
Eu não neguei hora alguma que o Hamas ou Hezbollah, ou Arafat façam parte de autoridades constituídas. Eu disse, como venho dizendo há muitos comentários atrás, que os caras não têm responsabilidade enquanto autoridades. São irresponsáveis. Arafat enriqueceu horrores desviando dinheiro dado para a causa palestina e por aí vai.
Existe uma influência síria no Líbano, que é apoiada pelo Hezbollah e pelo Irã, mas que não é apoiada por católicos, druzos e muçulmanos sunitas. Essa influência vitimou um primeiro-ministro e foi diretamente responsável pelo ataque do posto de fronteira em 2006. Israel devia ter acionado o governo libanês e tentado se aliar àqueles que não desejam os Hezbollah matando políticos e trazendo a instabilidade para a região – é mais lento, gente pode morrer por causa de foguetes até uma solução ser alcançada, mas é mais inteligente e, sobretudo, mais duradouro. Ao invés disso preferiu detonar toda a infraestrutura do país e vitimar quem não tinha nada a ver com o conflito. A lógica de “vamos responder 10 mortes com 1000″. Pode parecer bonito em filme de ação mas na prática causa mais 100 mortes e não resolve problema algum. O Hezbollah saiu fortalecido da guerra e o Líbano destruído.
Eu disse isso, e venho dizendo: não dá pra combater grupos guerrilheiros com guerras convencionais, como não dá pra combater traficantes também. Tem que ser ações pontuais, apoiadas por vigilância e inteligência.
Se isso pra você me classifica como “defensor do terrorismo” ou whatever, podemos terminar a discussão por aqui. Se tem algo que eu odeio é ficar escrevendo pra quem prefere espumar pela boca do que ler.