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Pois é, as boas notícias não param. Você, querido leitor, sabe o que é uma caldeira? É claro que você pensa que sabe, mas não é bem desse tipo de caldeira que estamos falando. Estamos falando disto:
Uma caldeira, em essência, é um supervulcão. E um supervulcão pode ser algo bem perigoso: há quem explique episódios passados de extinção em massa como o resultado de uma erupção de uma caldeira dessas.
E…adivinhem quem veio para jantar???
Os Science Blogs nos informam que recentemente a região do Parque de Yellowstone, nos EUA, sofreu uma série recorde de abalos sísmicos, algo não presenciado desde que se começou a monitorar a região com sismógrafos. Ocorre que a região está acima de…uma caldeira, e como a última erupção de uma caldeira ocorreu há cerca de 70.000 anos, ninguém sabe muito bem como é o roteiro da peça. De qualquer forma o Greg Laden colocou um vídeo no seu blog que procura fornecer uma “concepção artística” da coisa:
Como vêem, 2009 promete.
Já há algum tempo eu estava me devendo uma olhada na tal da Dicta&Contradicta, que anda sendo celebrada por aí _ e nesse por aí, leia-se os redutos anaeróbicos da blogoseira _ como a grande novidade da internet. O que é estranho, pois até mesmo a versão online da dita cuja cheira a igreja velha.
Pois entre entrevistas com João Pereira Coutinho e elocubrações desmioladas sobre o papel do Advento, os sujeitos me saem com esta:
“2009 pode ser o ano da crise, do advento de Obama, do pouco dinheiro no meu bolso, mas você sabe que há esperança quando Thomas Pynchon volta com um romance noir de “meras” quatrocentas páginas.
Porque, afinal, em um mundo de ateus, só um paranóico acredita em Deus.“
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Se esses caras acreditam realmente que vivem em um “mundo de ateus“, tremo ao pensar o que seria o ideal de sociedade equilibrada que eles gostariam de ver instalada nesse nosso vale de lágrimas. Cruz credo…
Aproveitei o período natalino para pôr em dia algumas leituras. Um dos livros que li foi o “Previsivelmente Irracional”, do Dan Ariely. Grande leitura, sobre a qual me estenderei mais tarde. Também li o “Na Praia”, do Ian McEwan, um autor de quem gostei muito quando li “Reparação”. O romance é bom _ sem querer estragar a surpresa de ninguém, mas a ação toda se passa em uma noite apenas, um tour de force mesmo levando em conta que o livro tem menos de duzentas páginas _ mas não inova, no sentido em que revela, senão o “truque”, ao menos o tema que parece ser o fio condutor da produção literária de McEwan (pelo menos do que li dele até agora). De todo o modo é algo que se lê com prazer, o que já é grande coisa.
O resto do que andei lendo, garanto, não ia interessar a ninguém aqui. :)
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Tchau, Bushí!
Em ao menos uma coisa sou forçado a concordar com certas viúvas do bushismo como o Paulo do FYI: é bem provável, eu diria quase inevitável, que a História reserve um julgamento muito menos severo ao legado do Presidente Bush daqui a alguns anos do que aquele que fazemos dele atualmente.
Afinal, sua incompetência incontornável foi que tornou possível a amplas parcelas do eleitorado norte-americano finalmente verem a luz e imporem uma derrota merecida ao Partido Republicano, abrindo caminho para a vitória histórica do primeiro presidente negro dos EUA. É um feito e tanto, ainda que não-planejado. De qualquer forma, se não fosse Bush, ainda teríamos que esperar por uma presidenta Sarah Palin para fazer esse serviço _ e talvez o mundo não sobrevivesse a uma coisa dessas.
Alternative use for Windows
Deu no Fudzilla (sic):
“The rumor that Microsoft was set to lay off people on January 15th, 2009 is no longer a rumor but a fact. Staff at Microsoft have been informed that the company is readying major layoffs to its worldwide operations and it’s not a small cut, either.
Currently Microsoft employs about 90,000 people across the world and from what we’re hearing, some 15,000 of those are expected to be giving marching orders come January 15th. That’s almost 17 percent of Microsoft’s total work force, not exactly a small number.“
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Espero que a reality challenged community se saia bem dessa.





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