Mas parece bom

Deu no Valor:

Bife de Kobe vira alvo de pirataria
Lilian Cunha, De São Paulo
07/07/2008

Apreciado pela extrema maciez, apesar dos preços elevadíssimos, o famoso bife de Kobe, preparado com a carne do boi wagyu, de origem japonesa, virou alvo de pirataria no Brasil. “Tem muito pecuarista que cria de qualquer jeito o animal cruzado e sai por aí dizendo que vende bife de Kobe”, reclama Sadao Iizaki, presidente da Associação Brasileira de Criadores de Bovinos da Raça Wagyu.

Iizaki já percebeu que vale tudo para conseguir os R$ 160 por quilo que pode custar a iguaria ao consumidor, e por isso lidera, com o Ministério da Agricultura e a Unesp de Botucatu, um trabalho para definir a padronização do “bife de Kobe brasileiro”. São apenas 30 os criadores de gado wagyu no país, que têm 800 cabeças de raça pura.

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Eu confesso que jamais havia ouvido falar no bife de Kobe; de fato, no que diz respeito às delícias do carnivorismo, penso antes em Argentina, Uruguai ou Austrália do que no Japão.

Agora, pirataria de bife já é demais.