kurkova

Karolina Kurkova e sua reserva reprodutiva na SPFW

Tio Rei hoje resolveu dar uma de machão e comentar a Fashion Week do ponto de vista, er, de um apreciador de mulé:

Não especulo sobre sexualidade alheia: excluindo-se relações forçadas e sexo com crianças e animais, acho tudo mais ou menos normal e corriqueiro. Talvez exista quem se excite com essas moças de ar famélico e ossos pélvicos um tanto hostis, seja ao folguedo erótico puro e simples, seja à folia acompanhada da reprodução. Cadê a reserva de gordura mínima para alimentar a cria?

É óbvio que os moços do corte & costura vestem os rapazes para o seu próprio deleite. Mas e as moças? Mulheres que consomem uma quantidade de calorias que lhes permita uma vida saudável, com a necessária ovulação para o ciclo reprodutivo, jamais alcançarão aquele padrão. E bem poucos homens, estou seguro, acham aquilo atraente. A turma da moda sabe disso? Ah, sabe, né? E está aí a razão de tantos editoriais de moda apostarem em famélicas, com cara de bad girls, em sugestões lésbicas.

É… A civilização deixada por conta dos “artistas da moda” caminharia para a extinção. Ainda bem que a mulherada que conserva reserva de gordura para dar continuidade à espécie ainda se ocupa de despertar o interesse de machos imperfeitos e aborrecidos.

Vão lá ler o post. Quer dizer: o cara chegou até a chamar a Luiza Brunet de “gostosa”, assim como quem tem intimidade com o ofício do cafajeste de esquina, mas me produz 3 parágrafos seguidos onde o máximo de celebração do erotismo que ele consegue é especular sobre o bem que o excesso de gordura faz à capacidade reprodutiva das moças.

Deve ser esse o conceito de sacanagem de um bom católico, só pode ser.

Tio Rei deve ser um apreciador do lençol com buraco.