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Marisa Miller

Deu no Estadão:

“Modelo Marisa Miller é eleita a mais sexy do mundo

Esta é a primeira vez que Marisa, de 29 anos, aparece na pesquisa feita anualmente pela publicação. O diretor-editorial da Maxim, James Kaminsky, afirmou que a escolha de Marisa como a mais sexy “marca o retorno das modelos norte-americanas. Desde que Cindy Crawford dominou o “catwalk”, não há mulher nascida e criada nos EUA que tenha capturado tão firmemente a imaginação dos homens americanos”, afirma.

(…)

Segundo a Maxim, a atriz Scarlett Johansson, que conseguiu o segundo lugar no ranking, é uma “perigosa bombshell”.”

***

Mais sexy do mundo“, esse bicho de goiaba? Scarlett Johansson, reduzida uma reles “perigosa bombshell” em segundo lugar??

Queima! Rasga! Joga fora!!! Só pode ter rolado um jabá.

De uma matéria do UOL sobre uma matéria do Le Monde sobre o caso Isabella:

Jean-Pierre Langellier cita dados do ministério da Saúde, segundo os quais a cada dez horas uma criança com menos de 14 anos é assassinada no Brasil. Parte dessas mortes acontece dentro do contexto familiar, dizem as estatísticas.

Príncipe Charles:

Falta incentivo para preservar Amazônia, diz príncipe Charles

Herdeiro do trono britânico defendeu pacote de incentivos para pessoas pobres

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– O príncipe Charles, herdeiro do trono britânico, disse nesta terça-feira que os habitantes da Amazônia precisam de um pacote de incentivos que os ajude a preservar a floresta. Em entrevista a um programa de rádio da BBC, Charles disse que milhares de pessoas que moram na região da floresta amazônica “vivem com uma renda muito baixa”.

Há tanta gente vivendo na Amazônia com uma renda muito baixa. Elas precisam de maneiras para garantir que o esforço de não destruir as florestas valha a pena”, disse o príncipe. “Seria preciso criar algum tipo de pacote em forma de incentivos para que essas pessoas não degradem as florestas”, afirmou o príncipe.

Para Charles, essa questão “é muito complexa” e ele não se vê numa posição de “poder sugerir o que tem de ser feito”. “Tudo o que posso fazer é levantar a questão para aqueles que, de fato, podem fazer alguma coisa”, acrescentou ele.

Na avaliação do analista da BBC Jonathan Marcus, o príncipe vê seu papel como um conciliador “que une as pessoas e estimula o debate”. “No entanto, com a recente renúncia da ministra brasileira do Meio Ambiente, Marina Silva, defensora da Amazônia, será difícil impulsionar esta agenda diante dos interesses políticos e econômicos locais, cujos horizontes só alcançam o curto prazo”, disse o analista.

***

Tchans:

Roberto Mangabeira Unger, por sua vez, teve reunião nesta terça-feira com o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, com quem discutiu uma política para estimular a produção de grãos a longo prazo. Ao sair do ministério, Mangabeira disse que está discutindo com outros ministros uma política para o desenvolvimento sustentado da Amazônia. Ele não deu mais detalhes sobre o assunto.

Dayvan Cowboy, agora com hidrazina!  Wow!

Aham:

When it comes to risky behavior in the market, America has a double standard. We’re told that economic risk-taking as the key to entrepreneurial success, but when big entrepreneurs take big risks that fail it’s amazing how often they get bailed out. Indeed, the history of modern American business is littered with federal bailouts, loan guarantees, and no-questions-asked reorganizations. Some are well known, such as the Chrylser bailout of 1979, the savings and loan bailout of 1989, and the airline bailout of 2001. Most occur in the relative dark, such as the 1998 bailout of giant hedge fund Long-Term Capital Management (courtesy of former Fed chair Alan Greenspan), the not infrequent bailouts of under-funded corporate pension plans by the government’s Pension Benefit Guarantee Corporation, price supports for big agribusinesses facing market downturns, or the current bailout of Wall Street being engineered by Ben Bernanke’s Fed. Behind every one of these bailouts are CEOs or financial executives who were rescued from their bad bets.

CEOs get away with stupid mistakes all the time. Some, like Robert Nardelli, the former CEO of Home Depot, drive their company’s stock low that their boards eventually oust them. But they leave with eye-popping going-away presents nonetheless. (Nardelli got several hundrd million dollars on his departure.) If you’re an average American who gets canned from his job, even through no fault of your own, you probably won’t even get unemployment insurance (only 40 percent of job-losers qualify these days). Conservatives tell us that unemployment insurance reduces their incentive to find a new job quickly. In other words, moral hazard.

Some CEOs use bankruptcy as a means of getting out from under pesky labor contracts they might have “known they could not afford” when they agreed to them (Northwest Airlines most recently, for example). Others use it as a cushion against bad bets. Donald (“you’re fired!”) Trump’s casino empire has gone into bankruptcy twice — most recently, last November, when it listed $1.3 billion of liabilities and $1.5 million of assets — with no apparent diminution of the Donald’s passion for risky, if not foolish, endeavor. After all, his personal fortune is protected behind a wall of limited liability, and he collects a nice salary from his casinos regardless. But if you’re an ordinary person who has fallen on hard times, just try declaring bankruptcy to wipe the slate clean. A new law governing personal bankruptcy makes that route harder than ever. Its sponsors argued — you guessed it — moral hazard.

Bush’s “ownership society” has proven a cruel farce for poor people who tried to become home owners, and his minuscule response to their plight just another example of how conservatives use moral hazard to push their social-Darwinist morality. The little guys get tough love. The big guys get forgiveness.

No blog do Robert Reich.

Deu no Estadão:

Suíço voa sobre os Alpes com 4 turbinas presas às costas

O ex-piloto militar Yves Rossy, de 48 anos, fez nesta quarta-feira, 14, seu primeiro vôo público com as asas movidas por quatro turbinas a jato que transporta nas costas.

Ele realizou manobras ousadas durante exibição de cinco minutos sobre os Alpes suíços. O equipamento é controlado apenas com movimentos do corpo.

Rossy conseguiu subir, descer, virar e até realizar um looping. O próximo desafio de Rossy será cruzar o Canal da Mancha.”

O Homem de Ferro devia ver isso.  O padre voador também.

No Valor de hoje, o Supremo em vias de tornar o país ingovernável:

Celso de Mello seguiu os votos dos ministros Eros Grau, Cármen Lúcia Antunes Rocha, Carlos Ayres Britto, Marco Aurélio Mello e do presidente do STF, Gilmar Mendes, que foram proferidos no início do julgamento em 17 de abril passado. Eles concluíram que as despesas liberadas por MPs não eram urgentes, mas previsíveis. Como exemplo, Mendes citou a provisão de verbas para: combater a gripe aviária, melhorar o policiamento nas rodovias, evitar invasões em terras indígenas e acidentes com aeronaves.

Já os ministros Cezar Peluso, Joaquim Barbosa, Ricardo Lewandowski, Carlos Alberto Direito e Ellen Gracie entenderam que não cabe ao Supremo examinar a pertinência da liberação de créditos. Essa seria uma competência do Executivo, com a posterior apreciação do Congresso Nacional. “Não há quem aprecie as MPs, mecanismo mais impopular que o decreto-lei”, afirmou Ellen Gracie. “Mas também não há quem discorde da necessidade de um mecanismo extraordinário que garanta a governabilidade”, completou a ministra. Para ela, as MPs são um mecanismo que garante a manutenção dos programas do governo “em momentos de apagão legislativo.

***

O ministro Mendes anda tão confuso que disse que um surto de gripe aviária é previsível, quando na verdade estaria coberto pelo requisito de urgência que autorizaria uma MP.  O problema agora é: qual a constitucionalidade de termos o Supremo usurpando o papel do Legislativo em dizer se uma MP é urgente ou não é?

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Digno de nota é o fato de vários Ministros indicados por Lula terem votado contra as MP’s, ao passo que a Ellen Gracie, indicada por FHC, votou a favor.  Se bem que o voto da Ministra também pode ter algo a ver com isto.

Com a possível saída de Ellen, Lula indicará seu oitavo ministro do Supremo, possivelmente um recorde na história do tribunal (com a possível excessão dos presidentes militares, onde, por outro lado, o Supremo não servia para nada mesmo).  Que ele continue tomando tundas do STF é algo que só o espírito de Earl Warren, o traidor, explica.

Na íntegra abaixo, para os sem-Valor.

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