
Floresta amazônica, 10.000.000 A.C. - 2008 D.C.
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UPDATE:
Boa análise sobre a demissão de Marina Silva: A volta dos que não foram
Maio 14, 2008 in politiquinhas

Floresta amazônica, 10.000.000 A.C. - 2008 D.C.
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Boa análise sobre a demissão de Marina Silva: A volta dos que não foram
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11 comments
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Maio 14, 2008 às 3:02 am
André
Hermê, fiz um post lá no “A Volta…” sobre a queda da Marina Silva. Lamentável a falta de apoio político que a fez cair.
O link é http://avoltadosquenaoforam.wordpress.com/2008/05/13/a-demissao-de-marina-silva/
Abraços,
Maio 14, 2008 às 10:36 am
Leônidas
Já foi tarde. Se ela escolheu ser o Sílvio Frota do Governo Lula e polir-por contraste- a biografia do presidente, é problema dela. Há anos, essa “linha dura” , verde musgo em vez de verde oliva, estava atravancando o caminho do progresso para a alegria de ONGs e governos estrangeiros. Lula, ontem, se elevou a altura de Geisel quando livrou o Brasil do alinhamento automático aos EUA e se livrou dos inimigos da Abertura. Mas, claro, para alguns, defesa da soberania é reclamar do que diz o primo do vizinho da mãe do faxineiro do Fed. Já combater a interferência de estrangeiros nos assuntos internos do País-como ONGs se infiltrando na Amazônia ou dando palpites sobre o ministério brasileiro- é bobagem, né? Ontem, o Brasil venceu.
Maio 14, 2008 às 10:43 am
A.
Aliás, estão cada vez mais interessantes essas trocas de elogios (Lula-ditadura) e essas aproximações Lula-Geisel (o ideólogo de ambos, sir Gaspari, deve estar feliz para caramba).
Maio 14, 2008 às 12:06 pm
Hermenauta
Leônidas,
Confessa: você é um general de pijamas.
Adriano,
O desenvolvimentismo é ideologia comum às esquerdas e às direitas de certo naipe. Não há nada de excitante nisso.
Maio 14, 2008 às 12:48 pm
Leônidas
Não. Nem Serviço Militar Obrigatório nem tropa de escoteiros, nada. Até porque não me consta que patriotismo seja monopólio de “generais de pijama”.
Maio 14, 2008 às 1:03 pm
ohermenauta
“Patriotismo”, não. Mas esse tipo de patriotismo tacanho que você professa, sim.
Maio 14, 2008 às 1:50 pm
Leônidas
Eu nunca teria imaginado que o presidente Lula, a ministra Dilma e praticamente todo e qualquer brasileiro decente são generais de pijama. Vivendo e aprendendo… Aliás, se não fosse o “patriotismo tacanho” de gente como o presidente Lula, “patriotas” como o senhor e a ex-ministra já teriam vendido o Brasil aos americanos.
Maio 14, 2008 às 3:39 pm
João da Luz
Ô Hermê
Precisamos construir uma dúzia de hidrelétricas na amazônia.
É a melhor forma de obter energia limpa. Ou melhor é a forma de energia mais limpa que podemos obter a um preço razoável.
A energia nuclear só será solução com a fusão nuclear ( +50 anos de pesquisa pela frente). O lixo das de fissão são um problemão.
A energia eólica é cara e não sei por que a bicharada foge delas.
A Marina estava preocupada com o impacto ambiental do lago, mas é só olhar os lagos de hidrelétricas aqui do Brasil que verás que não são tão grandes ( Google Earth).
Sobram milhares de outros pequenos rios na amazônia para a preservação das espécies que lá vivem.
Não poderíamos é ocupar as margens destes lagos de hidrelétricas.
Sempre gostei da Marina, apesar dela parecer ( e ser) daquelas senhoras religiosas. Acho muito boas as idéias dela.
Mas é bom lembrar que o Greenpeace foi contra a instalação de plataformas de petróleo no mar do norte e golfo do México e agora é contra a retirada dessas mesmas plataformas. Porque tiveram um impacto positivo no meio ambiente.
Sabe qual é o lugar com maior concentração de barcos pesqueiros no litoral brasileiro- Bacia de Campos, depois das plataformas.
Não acho que a Marina venderia o Brasil, ou que ela tenha sido sequer a favor de privatizações, mas que ela segurando a construção de fontes de energia ela emperra nosso crescimento, emperra.
Lembrando que desenvolver o Brasil significa dar para mais pessoas o padrão de vida que nós temos.
Maio 14, 2008 às 4:34 pm
ohermenauta
Leônidas,
Me parece pouco útil um patriotismo de pátria alguma, isto é, um patriotismo capaz de destruir a “pátria” que parece defender. Eu pelo menos não creio no patriotismo de grandes latifundiários.
Da Luz,
A princípio não tenho problema com as hidroelétricas, embora não conheça todos as variáveis envolvidas. Mas o avanço das pastagens e agora da cana e da soja sobre a Amazônia são um sério problema. Reconheço, entretanto, que em matéria de Amazônia eu sou “deep green”.
Maio 14, 2008 às 5:56 pm
João da Luz
Podemos dobrar a área plantada e triplicar a produção de carne no Brasil sem desmatar um único metro da amazônia.
Usando só o que já existe em áreas de pasto e plantações.
O povo, lá na selva, vive de maneira bem precária e precisamos levar um padrão de vida razoável ( ao menos) prá eles. São gente simples, sem ambição. Para isso não precisamos hidrelétricas, claro.
Sou absolutamente contra a invasão da Amazônia por madeireiras ou pasto ou plantações.
Mas com relação a energia, sou fanzão das barragens e turbinas. Hidrelétrica é tudo de bão, sô.
Vamos usar os lagos para criar pirarucú, uma delícia.
Maio 14, 2008 às 6:08 pm
Leônidas
Nem fale. Digno de fé só o patriotismo da WWF (que acha que tem o direito de dar palpites no ministério brasileiro), do Greenpeace e da Casa Branca. Todos bons patriotas brasileiros, né?