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Deu no UOL (tradução de matéria, é claro, do Le Monde):

As formas possíveis de fazer sexo em 2050

Catherine Vincent

Fazer amor sem complexo aos 80 anos. Adquirir objetos sexuais de uma tecnicidade inimaginável atualmente. Realizar virtualmente as fantasias mais ousadas na Internet… Tudo isso, dentro de vinte anos, talvez já seja parte da nossa paisagem familiar.

Mas isso não é nada se comparado com aquilo que prevê David Levy, um pesquisador britânico em inteligência artificial. O título da tese que ele defendeu, em outubro de 2007, na Universidade de Maastricht (Holanda), “Relação íntima com um parceiro artificial”, fala por si mesmo. E mais ainda o do livro que a editora HarperCollins dela extraiu, “Love and Sex with Robots” (”Amor e sexo com robôs”). Resumindo: David Levy afirma que em 2050, os robôs se parecerão tanto com a gente, no plano físico e comportamental, que alguns dentre nós se apaixonarão por eles, e com eles terão relações sexuais.

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Quem diria que no séc. XXI a camisinha conheceria uma nova utilidade: o isolamento elétrico…