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Fizeram alguém de palhaço 

No NYT:

Oh, By the Way, There Was No Al Qaeda Link

Remember those weapons of mass destruction that could not be found in Iraq? Well, the supposed tight links between Saddam Hussein and the Al Qaeda terrorist network have evaporated as well.

That, according to McClatchy newspapers, is the conclusion of a Pentagon-sponsored study of more than 600,000 documents captured in Iraq after the American invasion. Since both the weapons and terrorist links were used by the administration to justify the war against Iraq, the results of the report are considered a bit touchy. In fact, military officials would be just as happy if no one paid any attention to it, though the blogosphere already has.

So the report will not be posted on the Internet, as originally planned, and no one will conduct any briefings on its conclusions. Anyone wanting to read it will have to ask the United States Joint Forces Command in Norfolk, Va., for a copy. Officials promise to send it by mail.

The study, entitled “Saddam and Terrorism: Emerging Insights from Captured Iraqi Documents,” concludes that while Saddam’s regime provided some support for groups in the Middle East that have been labeled as terrorist, his main efforts were directed against Israel and against groups he considered enemies of his government, including Shiite Muslims, Kurds and Iraqi exiles.

The study comes as the fifth anniversary of the war approaches on March 19.

Update: An executive summary of the report is available as a pdf document. The Washington Independent is promising to post the entire thing, after they receive it in the mail and get it scanned and up onto the Web.

O governo liberou os cargos para a base aliada e colheu o resultado no Congresso: dois gols de placa, aprovando a TV Pública e o orçamento para 2008, duas peças que a oposição pretendia utilizar para fazer o governo sangrar tal qual ocorreu no caso da CPMF.

OK, estão todos falando agora em como o governo petista está “destruindo as instituições”.  É uma boa hora para reforçar a memória:

FHC usa ‘rolo compressor’ para eleger Michel Temer
LUCIO VAZ
DANIEL BRAMATTI
da Sucursal de Brasília
O presidente Fernando Henrique Cardoso usou o ”rolo compressor” do governo para tentar eleger, hoje, Michel Temer (PMDB-SP) presidente da Câmara e assegurar a aprovação do segundo turno da emenda da reeleição. Governistas previram 341 votos para Temer.
O peemedebista enfrenta Wilson Campos (PSDB-PE), que se apresenta como candidato do ”baixo clero”, e Prisco Viana (PPB-BA), que prega a independência entre Legislativo e Executivo.
A aprovação da emenda da reeleição em primeiro turno na Câmara e a provável manutenção da presidência da Casa deram novo ânimo aos líderes governistas, que querem acelerar a tramitação das reformas constitucionais.
Agora nós temos voto e vamos falar grosso. Esse é o momento de votar as reformas que faltam e de regulamentar as emendas já aprovadas”, disse ontem o líder do PFL, Inocêncio Oliveira (PE), em almoço da campanha de Temer que contou com cinco ministros.
Um dos mais animados era Sérgio Motta (Comunicações). ”às 13h30, computamos 341 deputados a favor. É até bom diminuir essa conta, porque o Michel não pode ter mais votos do que o presidente.” A reeleição teve 336 votos.
Além de ministros, o próprio FHC e governadores aliados participaram da busca de votos para Temer. Uma presença tão ostensiva de membros do Executivo numa campanha na Câmara só teve registro recente no regime militar.”

Temer acabou entrando, e como??

Luís Eduardo muda interpretação do regimento interno
Manobra governista pode ajudar a eleição de Temer
da Sucursal de Brasília
O presidente da Câmara, Luís Eduardo Magalhães (PFL-BA), tomou decisão que favorece a eleição de Michel Temer (PMDB-AP) no primeiro turno da eleição para a presidência da Casa amanhã.
Luís Eduardo endossou interpretação da secretaria-geral da Mesa Diretora, segundo a qual a ”maioria absoluta de votos” exigida pelo regimento não é 257 votos (maioria absoluta dos deputados), mas sim a maioria dos votantes, que pode ser um número menor.

E para completar…

PT
A bancada do PT decidiu ontem rejeitar a candidatura do deputado Michel Temer (PMDB-SP) por considerá-la uma ”intromissão do governo no Legislativo
”.

Convenhamos, ninguém tem porque chorar nessa história.

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Ashley Alexandra Dupré, nascida Ashley Youman, a moça de 22 anos que fez o governador cair do cavalo.

No NYT de hoje, uma matéria interessante sobre o fato que selou o destino do ex-governador de New York, Eliot Sptizer, que renunciou devido ao envolvimento com uma rede de prostituição de luxo:

Mr. Spitzer’s suspicious financial transactions at North Fork might never have been discovered were it not for a Suspicious Activity Report filed by HSBC about the shell companies linked to Emperor’s Club V.I.P. in October, according to several people with knowledge of the inquiry, who spoke about the investigation on condition of anonymity.

As it turned out, both the North Fork Bank and HSBC had faced inquiries into their lending practices led by Mr. Spitzer when he was New York attorney general. In the case of North Fork, Mr. Spitzer announced a settlement in 2003 requiring it to refund more than $20,000 to dozens of homeowners and cease what he said was its practice of charging homeowners illegal fees.

Experts who advise banks and individuals on anti-money laundering regulations, said that the two banks were just following the law when they reported the suspicious financial transactions to federal authorities.

Porém…

The July Suspicious Activity Report by North Fork that flagged Mr. Spitzer’s transactions picked up three wire transfers totaling roughly $10,000 to QAT International, in what appeared to the bank as a possible attempt to avoid a separate legal requirement that banks notify the Treasury Department of transactions of $10,000 or more, officials involved with the case have said.

The requirement to report such large transactions applies only to currency transactions — “the coin and paper money of the United States” — not to wire transactions of the sort that Mr. Spitzer allegedly made, Mr. Serino said.

Bancos + Procuradores do gosto do partido Republicano, finalmente juntos:

Ms. Hirshman — a former assistant U.S. attorney in Manhattan — also argued that if federal prosecutors brought charges against Mr. Spitzer, they would be required to similarly charge the nine other unnamed clients in a federal complaint unsealed last Thursday, to avoid what’s known in legal circles as “selective prosecution.” None of the other nine unnamed clients have been charged in the case.

“Historically, ‘johns’ haven’t been prosecuted for conspiring with principals of a prostitution entity,” says New York defense lawyer Gerald Lefcourt, who isn’t involved in the case. “Could they be? Maybe. But that’s not the way law enforcement has proceeded.”

Michael Garcia, the Manhattan U.S. attorney pursuing the investigation of Mr. Spitzer, is Republican. The prosecution team is being led by Boyd Johnson, an assistant U.S. attorney who headed the recent prosecution of Norman Hsu, the disgraced Democratic fund-raiser for Hillary Clinton’s presidential bid who was arrested late last year.

Mr. Johnson and Mr. Garcia — who approved the investigation of Mr. Spitzer — declined to comment, as did spokesmen for the U.S. attorney and Mr. Spitzer. Ms. Hirshman also declined to comment.

E depois tem gente que se preocupa com juíza casada com petista…

***

Gostei da última frase no artigo do NYT:

What 9/11 taught us is the value of financial information,” the former director said. “Money doesn’t lie. Money leaves a footprint. And that’s exactly what happened with Spitzer.

Texto porreta do William Baumol no Valor de hoje:

Capitalismo bom, capitalismo ruim
Por William Baumol, Carl Schramm e Robert Litan

Muitas pessoas presumiram que quando o Muro de Berlim caiu, em 1989, o “capitalismo” havia vencido a Guerra Fria ideológica e que o “comunismo” havia perdido. Embora o “capitalismo”, definido como um sistema econômico construído sobre a titularidade privada da propriedade, claramente tenha prevalecido, existem muitas diferenças entre os quase 200 países que hoje o praticam de alguma maneira.

Consideramos prático dividir as economias capitalistas em quatro categorias amplas. Embora muitas economias assumam uma posição neutra em relação a elas, a maioria se enquadra essencialmente em uma delas. A tipologia adiante ajuda a explicar porque algumas economias crescem mais velozmente que outras.

O resto do texto está abaixo do fold, na íntegra.

Baumol defende que existam 4 “tipos ideiais” de capitalismo:  o oligárquico, o de Estado, o das grandes corporações e o de empreendedorismo.

Esta tipologia é interessante para entender o Brasil e as opções que se colocam diante dele no momento.  Aparentemente, no processo político atual existe uma grande novidade: é que parte da direita entendeu aquilo que a esquerda sabe há tempos _ que o nosso capitalismo é da variedade oligárquica.  Essa hodierna ojeriza que a “nova direita” desenvolveu pela “velha direita” a leva até mesmo ao extremismo de dizer que a “velha direita” é, na verdade, “de esquerda”.

Sua agenda, que se pode resumir no plano econômico em “menos Estado”, é compatível com a emergência de uma classe empreendedora.  Neste sentido, devo até reconhecer que uma parte do “anaerobismo” tem lá seu valor.  Falo “parte” porque, como sabemos, o anaerobismo em flor dá desde gerânios como Reinaldo Azevedo, a margaridas como Rodrigo Constantino e cravos de defunto como Olavo de Carvalho _ entre outras florzinhas.

Discordo, porém, da conclusão do artigo de Baumol:

O desafio, portanto, para todas as economias que procuram maximizar o seu potencial de crescimento, é identificar a combinação correta de capitalismo gerencial e empreendedor. Economias nas quais empreendedores prosperam atualmente não podem se tornar complacentes. Economias dirigidas pelo Estado podem manter sua rota de crescimento acelerado, mas acabarão tendo de fazer uma transição para uma mistura compatível das duas outras formas de “capitalismo bom”, se quiserem continuar com seu crescimento veloz.

Não entendo porque ele não admite que nesse mix o capitalismo de Estado também faz algum sentido _ ou senão o capitalismo de Estado, ao menos o papel do Estado no direcionamento da atividade econômica, algo que, como sabemos, existe nos próprios EUA e vai muito bem, obrigado.  Esta voluntária decisão de não ir mais à fundo na sua investigação me parece ser a principal falha de Baumol, e talvez um exemplo clássico do uso de antolhos ideológicos.

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A notícia, lá no Noblat:

Juíza autoriza invasão de apartamento de ACM na Bahia

Dois oficiais de Justiça, acompanhados por dois capitães da Polícia Militar da Bahia, um tenente, seis soldados e quatro advogados do empresário César Mata Pires, dono da construtora OAS, estão há mais de três horas dentro do apartamento do ex-senador Antonio Carlos Magalhães, no bairro da Graça, em Salvador, ocupados em listar todos os objetos ali existentes.

Mata Pires é marido de Teresa, filha de ACM. Com o apoio da mulher, ele briga na Justiça por parcela expressiva dos bens deixados pelo sogro que morreu em julho último. A ação policial foi autorizada por Fabiana Andrea Almeida Oliveira Pellegrino, juíza auxiliar da 14a. Vara da Família, e mulher do deputado federal Nelson Pellegrino, do PT.

Como não havia ninguém no apartamento na hora em que os oficiais de Justiça ali chegaram, a porta foi aberta com a ajuda de dois chaveiros. A juíza mandara, ontem, citar a viúva de ACM, dona Arlete, 78 anos de idade, cardíaca, vítima de um infarto há dois anos. Concedeu-lhe um prazo de 48 horas para oferecer todas as informações pedidas por Mata Pires.

Dona Arlete não estava em casa quando um oficial de justiça a procurou. Antes que o prazo de 48 horas se esgotasse, a juíza ordenou a invasão do apartamento. Funcionários e três carros da OAS foram postos por Mata Pires à disposição dos oficiais de justiça e dos policiais. Há pouco, o próprio motorista particular de Mata Pires voltou de uma loja do MacDonald´s trazendo sanduíches para todos eles.

Depois da morte de ACM, Mata Pires tentou ficar à frente da TV Bahia, a jóia da coroa do império de comunicação montado pelo ex-senador. Não conseguiu diante da oposição dos demais herdeiros de ACM - o atual senador Antonio Carlos Magalhães Júnior e os filhos do ex-deputado Luiz Eduardo Magalhães. Mata Pires não se conformou. E entrou com uma série de ações na Justiça.

O update do Noblat:

Atualização das 17h29 - Arthur Virgílio (AM), líder do PSDB no Senado, criticou há pouco a invasão do apartamento do ex-senador Antonio Carlos Magalhães: “É um absurdo que uma juíza, mulher de um deputado do PT, não se considere impedida de autorizar uma ação como essa. O Senado está obrigado a manifestar sua solidariedade à família do ex-senador”. O senador Pedro Simon (PMDB-RS) disse que se está “diante de um escândalo“.

A reação de Nariz Gelado:

A classe operária chega ao paraíso

Um petista permitindo a invasão de propriedade privada dos Magalhães e impedindo que a viúva de ACM entre em casa. Foi assim, numa tarde de terça-feira, que a classe operária nacional - aquela do botox e Blue Label com guaraná - chegou ao paraíso.
No momento, aquilo que usamos chamar de oposição, se mostra escandalizada no Senado. Nem todos são sinceros nisso - alguns estão apenas querendo atrapalhar a Ordem do Dia. Dentre os sinceros, porém, há aqueles realmente apavorados: jamais acreditaram nos sonhos comunistas da corja que nos governa - e muito menos que eles começariam a realizá-los pelos bens dos próprios senadores.

OK. Eu não sou advogado, então não posso dizer se o procedimento autorizado pela juíza é inédito ou usual. Arresto de bens, por exemplo, é algo cotidianamente autorizado por juízes e executado por oficiais de justiça. No caso parece mais tratar-se de que a parte não tem acesso ao inventário dos bens da outra parte e pleiteou na Justiça o direito de obter tais informações, o que me parece razoável no mérito, independente de saber se há realmente direitos contrariados no caso ou não.

No entanto:

a) me parece desusado dizer que um juiz, por ser cônjuge de alguém que participa de partido político, está impedido de julgar casos que a rigor nada têm a ver com o seu cônjuge. Onde está o vínculo mostrando as vantagens da invasão do apartamento para Nelson Pellegrino? Claro, uma acusação de corrupção, por exemplo, se Mata Pires estivesse pagando à juíza pela decisão, seria outra coisa. Mas o motivo alegado me parece pra lá de insubsistente _ principalmente porque, afinal, quem move a ação é parte da própria família de ACM.

b) também parece claro que o que Arthur Virgílio está de fato fazendo é tentar provocar o sentimento corporativo do Senado _ como se seus componentes estivessem acima do alcance da lei.

c) acho estranho que Nariz Gelado embarque nessa sem saber dos detalhes _ justo ela que vem se revelando um talento na defesa da moralidade e da ética no Congresso. Nesse caso, seria bom pesquisar como a família Magalhães amealhou as riquezas ora disputadas a golpes de advocacia audaz pelos vorazes herdeiros. Afinal, o patriarca Antônio Carlos Magalhães sempre se pautou por métodos heterodoxos na defesa de seus interesses _ como no caso do esquema dos grampos telefônicos na Bahia:

De acordo com a revista, no dia 30 de janeiro, o repórter Luís Cláudio Cunha procurou ACM em busca de informações sobre um suposto envolvimento de Geddel Vieira Lima com uma empreiteira de Minas Gerais. O senador disse que sobre esse caso nada sabia. ‘‘Mas eu tenho uma coisa melhor do Geddel’’, respondeu, segundo IstoÉ, com um sorriso maroto. Era um documento, batizado de ‘‘Relatório Confidencial’’, que continha uma descrição de trechos de conversas de Geddel com várias pessoas, entre elas o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (para entender melhor o caso, leia quadro ao lado).

‘‘O que eu vou lhe dizer, você não pode publicar. Eu mandei grampear o Geddel’’, disse ACM ao repórter de IstoÉ. ‘‘Gravei quase 200 horas de conversas vergonhosas dele, inclusive com o presidente da República’’, continuou. De acordo com a revista, ACM explicou que não tinha mais as gravações. Elas teriam sido apagadas, disse ele a Luís Cláudio. Restava, portanto, apenas o relatório com algumas degravações. Luís Cláudio pediu para ver o material. ‘‘Não. Isso aqui é um crime. Não posso lhe mostrar’’, respondeu o senador.

O repórter de IstoÉ insistiu que as degravações poderiam valer como informações para iniciar um trabalho de investigação jornalística. Foi apenas assim que ACM concordou em entregar o material. Há duas semanas, a revista não cumpriu o prometido: publicou o conteúdo de alguns trechos do relatório entregue por ACM.

A revista argumenta que a descoberta de que as degravações eram parte de um imenso esquema de escuta ilegal na Bahia levaram à decisão de quebrar o compromisso assumido com o senador. E também foi pela gravidade do episódio que a revista resolveu contar esta semana, quase um mês depois, que ACM, naquela ocasião, admitira ter mandado fazer o grampo.

De fato a ética passava ao largo da atuação do cacique baiano.  Aliás, o escândalo do grampo começou de maneira pouco nobre _ a motivação inicial do ilícito era o fato de que ACM queria vigiar “sua namorada”, na verdade uma moça que tivera um caso com ele e lhe dera um pé na bunda para ficar com outro sujeito.  Sem muita consideração pela mesma pobre viúva tão imageticamente representada no post do Noblat, o senador baiano mandou grampear a ex-namorada e seu novo affair para tentar convencê-la de que o novo namorado “era um canalha” (sic).  E aproveitou o ensejo e as economias de escala existentes no ato de grampear para botar escutas ilícitas em vários adversários.

Falando nisso, no que diz respeito a ACM Nelson Pellegrino pode posar mais como vítima do que como algoz. Diz a mesma matéria do Correio Braziliense sobre os grampos:

ADVERSÁRIOS
O esquema iniciou-se pegando carona em um pedido de quebra de sigilo telefônico para investigar um caso de seqüestro na cidade de Itapetinga. No pedido, foram incluídos os números de adversários políticos de ACM — além de Geddel, o líder do PT na Câmara, Nelson Pellegrino (BA), e o ex-deputado Benito Gama (PMDB-BA).

É com tristeza que tenho que reconhecer que em uma coisa Tio Rei está certo: o Luís Nassif realmente sofre de certa deficiência de julgamento.

Na série de posts sobre a Veja que o Nassif vem escrevendo, finalmente chegou a hora dele falar do próprio Reinaldo Azevedo.  Mas mesmo diante do affair Tio Rei vs Gerald Thomas, ele produz a seguinte estranha passagem:

Gosta de ser chamado de “meu Rei” e “tio Rei” pelos leitores. Esbanja preconceito contra negros, mulheres, abusa de um linguajar chulo, não tem limites para caluniar ou difamar críticos da revista.

Seu blog participa do circuito de blogs que fazem eco às “denúncias” lançadas pelo lobby de Daniel Dantas.

É reconhecidamente pessoa desequilibrada, com pendores homofóbicos. Tem fixação em lançar insinuações sexuais contra adversários e é especialmente agressivo com mulheres. Consegue passar, sem nenhum filtro, da agressão mais escatológica contra os “inimigos” à bajulação mais rasteira das chefias.

Como assim, “homofóbico”?

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Onde foi batida essa foto?

a) Oklahoma, EUA

b) Vitoria, Australia

c) Sibéria, Rússia

d) Campinas, Brasil

Resposta.

 

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