Tio Rei em dois posts consecutivos hoje.  Primeiro, às 16:14hs:

Não existe mídia de direita no Brasil. Nem mesmo conservadora

Não existe imprensa de direita no Brasil — infelizmente, não. É pura burrice e depredação da inteligência dizer: “VEJA é de direita”. Ou “a Globo é de direita”. O que elas são, sim, é mais bem feitas dos que as concorrentes — e, por isso, têm, em seu ramo, um público leitor ou telespectador muitas vezes maior do que os competidores. Confundem qualidade com direitismo? Pode ser. É um ato falho da esquerda.

E logo em seguida, às 16:24hs:

A “direita” não tem vez, não, sinhô!!!

Sim, no período em que Primeira Leitura esteve sob o meu comando, foi uma revista conservadora — na Europa ou nos Estados Unidos, teria sido chamada “de direita” sem que isso parecesse uma ofensa. Era a única. Fechou. Tinha uma tiragem de 30 mil exemplares — vendia de 70% a 80% do que imprimia, um resultado e tanto. O site era gigantesco, mas a revista, de fato, era a única “nanica” que defendia a economia de mercado e o primado da lei sobre o supostamente legítimo. Fechou por quê? Porque, como ouvi mais de uma vez em agências, “você sabe, né?, que a sua revista vai na contramão de muita coisa”. De fato, ousava defender o capitalismo, a legalidade, o individualismo, essas bizarrices…

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Quer dizer, ele confessa que fechou a PL e foi pra Veja porque os Civita sabem fazer uma revista “mais bem feita” e ele não.

A gente já sabia.  Até os Mendonça de Barros sabiam fazer uma “revista mais bem feita”.

Eu resto o meu causo.