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Palmas.
“Dani Rodrik is trying to create space in the debate over globalization for a rational middle–for positions that neither lead the cheers for the onrushing economic integration of the world, nor mindlessly condemn international economic integration in a fit of reactionary nostalgia for a past that never was.
(…)
Rodrik’s conclusions are essentially those of Polanyi: create space for social democracy, recognize that markets are the servants of societies and polities, make the world economy a moral community with standards and practices of fairness.“
Vão lá e leiam.
(hat tip: Economist’s View)

Foi ele quem começou…
No Painel da Folha de hoje:
“O doce da Vale
No esforço para vencer a resistência do governo Lula a seu projeto de comprar a anglo-suíça Xstrata, a Vale do Rio Doce resolveu fazer o que há muito tempo lhe é pedido: anunciar um investimento de monta e não-extrativista no Pará, Estado onde a empresa concentra suas atividades do chamado sistema norte (Carajás). Trata-se de um antigo pleito do governo local, agora encampado pelo Palácio do Planalto.
O objeto do desejo da governadora Ana Júlia (PT), assim como de seu antecessor tucano, é uma siderúrgica, mas a mineradora alega que entrar nesse ramo significaria competir com seus clientes. Como alternativa, a Vale pretende instalar ali uma fábrica para produção de equipamento ferroviário.“
Comé que é? Uma fábrica de equipamento rodoviário no coração da floresta amazônica?
Tudibom!
“Eu acho crianças uma gracinha: na creche, na TV, na revista, da propaganda da Parmalat, Chambinho ou Danoninho, no álbum da Annie Krammer, na foto. Agora, ao vivo, saudável, gritante e sem a supervisão de um adulto elas são demasiadamente barulhentas e chatas. E o que as torna ainda mais irritantes é que existe um acordo social que me obriga a achar todas as criancinhas lindinhas e divertidinhas e, que me obriga também, a achar lindo quando elas brincam, correm e gritam, saudáveis e enérgicas. Essa obrigação social de amar as crianças é uma ditadura que incentiva o comportamento sonoro-abusivo dessas pestes. Não dá. Tudo nessa vida tem limite (menos as crianças).“
O mau humor comédia do Cemitério.


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